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Histórias

3 one-hit wonders de filmes clássicos dos anos 1990 que você esqueceu que sabia de cor

5 min de leitura
Carnegie Hall, em Nova York, em 20 de janeiro de 1968, no show "Tribute to Woody Guthrie"
Carnegie Hall, em Nova York, em 20 de janeiro de 1968, no show “Tribute to Woody Guthrie” — Foto: Margaret Norton/NBCU Photo Bank/NBCUniversal via Getty Images
Resumo
  • ▪ "Turtle Power!", do Partners In Kryme, chegou ao 13º lugar da Billboard Hot 100 com o filme de 1990.
  • ▪ "I Touch Myself", do Divinyls (1991), embalou uma cena de robôs em "Austin Powers: International Man Of Mystery".
  • ▪ "Kiss Me", do Sixpence None The Richer, é o tema de "She’s All That", comédia romântica de 1999.

Nos anos 1990, um bom filme quase sempre vinha acompanhado de uma boa trilha sonora. Era praticamente um pré-requisito: quem queria conquistar o público precisava reunir canções à altura da tela.

Três músicas daquela época ajudaram a deixar seus filmes melhores e, de quebra, ficaram na memória de quem as ouviu. São três one-hit wonders de produções clássicas dos anos 1990 que você talvez nem lembre que sabe de cor.

A primeira é “Turtle Power!”, do Partners In Kryme, que integra a trilha “Teenage Mutant Ninja Turtles: The Original Motion Picture Soundtrack” (1990). Quem cresceu naquela década provavelmente foi fã das Tartarugas Ninja. O longa de estreia do quarteto verde, lançado em 1990, foi por muitos anos a produção independente de maior bilheteria da história. A faixa, de pegada bombástica, chegou à 13ª posição da Billboard Hot 100, prova da popularidade do grupo.

A segunda é “I Touch Myself”, do Divinyls, lançada em 1991 no álbum “Divinyls”. A música não foi escrita para o filme “Austin Powers: International Man Of Mystery” (1997), mas marcou o público ali. Em uma cena central, várias robôs sedutoras entram em pane enquanto a canção toca. O resultado é engraçado e difícil de esquecer para os fãs de Mike Myers e de seu espião paródico.

A terceira é “Kiss Me”, do Sixpence None The Richer, do álbum “Sixpence None The Richer” (1997). O fim da década ficou conhecido pelas comédias românticas adolescentes, sempre com alguém solteiro em crise, e também por suas trilhas. O exemplo mais claro é “She’s All That” (1999), cujo tema, muito lembrado, é justamente essa faixa. Com harmonias em falsete e instrumentação cintilante, a canção dá um impulso ao filme.

Autor

  • Marcelo Scherer

    Jornalista, editor-chefe e fundador do portal Disconecta. Aos 46 anos, respira o ecossistema musical cobrindo rock, indie e cultura alternativa. É uma voz ativa no resgate da cultura física como host do podcast e newsletter Papo de Colecionador, dedicado a LPs e CDs. Além de assinar resenhas críticas no site, expande o debate musical no comando dos programas Disconecta na Rádio na Fm Cultura 107,7 de Porto Alegre/RS e Pôr do Som na Sintonia Fm 94.7 de Torres/RS.

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