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Histórias

4 letras marcantes sobre desilusão amorosa dos anos 90 que todos conhecem

5 min de leitura
Natalie Imbruglia. by Georg Göbel/picture alliance via Getty Images
Foto: Natalie Imbruglia. by Georg Göbel/picture alliance via Getty Images

Algumas composições parecem ter sido feitas sob medida para serem cantadas a plenos pulmões. Quando o coração está partido, esse sentimento ganha ainda mais força. A década de 1990 rendeu versos inesquecíveis que acompanharam muita gente no processo de superar o fim de um relacionamento.

Confira a seguir quatro composições daquela época que marcaram esse sentimento.

“Torn” – Natalie Imbruglia

“I’m all out of faith, this is how I feel / I’m cold, and I am shamed, lying naked on the floor.”

A canção analisa as consequências de descobrir quem alguém realmente é. Gostar de uma pessoa não garante que ela vá corresponder a todas as expectativas criadas ao seu redor. É exatamente sobre esse dilema que Natalie Imbruglia canta em “Torn”.

“Don’t Speak” – No Doubt

“Don’t speak / I know just what you’re sayin’ / So please stop explainin’.”

Em “Don’t Speak”, Gwen Stefani aborda diretamente o fim do romance com Tony Kanal, baixista do No Doubt, com quem namorou por sete anos. Inicialmente pensada como uma canção romântica, a faixa acabou reformulada e virou um sucesso sobre término após a separação do casal.

“I Can’t Make You Love Me” – Bonnie Raitt

“Here in the dark, in these final hours / I will lay down my heart and I’ll feel the power / But you won’t, no you won’t / ‘Cause I can’t make you love me, if you don’t.”

Composta por Mike Reid e Allen Shamblin, a obra teve como ponto de partida uma notícia de jornal. Na ocasião, um homem que atirou contra o carro da namorada declarou ao juiz em seu julgamento que não era possível obrigar uma mulher a amar alguém se ela não quisesse. Em entrevista ao Los Angeles Times, Bonnie Raitt classificou a faixa como uma das canções de desilusão amorosa mais honestas e originais que já ouviu.

“It’s Not Right, But It’s Okay” – Whitney Houston

“It’s not right / But it’s okay / I’m gonna make it anyway / Pack your bags up and leave / Don’t you dare come running back to me.”

Em “It’s Not Right, But It’s Okay”, Whitney Houston navega pelo espaço entre a mágoa e a superação. A mensagem deixa claro que, mesmo magoada com o desfecho da relação, ela não pretende sacrificar a própria felicidade lamentando o ocorrido, trazendo uma postura firme de autoafirmação.

Autor

  • Luis Fernando Brod

    Publicitário, redator e pesquisador musical com foco em classic rock, hard rock e bastidores da indústria fonográfica. Especialista com mais de 5 anos em resgatar a história por trás de álbuns lendários e dissecar a trajetória de ícones da música nas décadas de 70, 80 e 90. No Disconecta, assina reportagens especiais, retrospectivas e a cobertura diária do rock internacional. Criador do canal no youtube Minha Vida em Vinil onde cobre música e colecionismo em mídia física.

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