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Histórias

A história de Stevie Nicks: do Fleetwood Mac a 2026

5 min de leitura
Stevie Nicks cantando ao microfone, de vestido vermelho, em show em Sydney, em 2011
Stevie Nicks em show em Sydney, em 29 de novembro de 2011. Foto: Eva Rinaldi/Flickr, via Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0).

Stevie Nicks é uma cantora e compositora americana, nascida em Phoenix, no Arizona, em 26 de maio de 1948. Entrou no Fleetwood Mac em 1974 e compôs e cantou “Rhiannon”, “Dreams” e “Landslide”. Na carreira solo, teve sucessos como “Stop Draggin’ My Heart Around”, com Tom Petty and the Heartbreakers, “Edge of Seventeen” e “Stand Back”. É a primeira mulher incluída duas vezes no Rock and Roll Hall of Fame: em 1998, com o Fleetwood Mac, e em 2019, como artista solo. Esta história acompanha a carreira dela. A discografia solo e a linha do tempo estão na página de Stevie Nicks.

Buckingham Nicks e a entrada no Fleetwood Mac (1973–1975)

Antes do Fleetwood Mac, Nicks formou dupla com o guitarrista Lindsey Buckingham. O álbum Buckingham Nicks saiu em 1973, pela Polydor. No fim de 1974, Mick Fleetwood ouviu “Frozen Love”, faixa desse disco, no estúdio Sound City. Buckingham e Nicks entraram no Fleetwood Mac em 31 de dezembro de 1974. O álbum Fleetwood Mac, de 1975, foi o primeiro com a dupla e traz “Rhiannon”, escrita por Nicks. A faixa chegou ao 11º lugar da Billboard Hot 100 em 1976. A ideia de relançar o disco da dupla aparece em Stevie Nicks e Lindsey Buckingham sugerem possível relançamento de “Buckingham Nicks”.

Rumours e o Grammy (1977–1982)

Rumours saiu em 1977. “Dreams”, escrita e cantada por Nicks, chegou ao 1º lugar da Billboard Hot 100 em junho de 1977 e é a única música do Fleetwood Mac a liderar a parada americana. O disco passou 31 semanas, não consecutivas, em 1º lugar na parada de álbuns dos Estados Unidos, tem certificação de 21 vezes platina da RIAA e venceu o Grammy de Álbum do Ano de 1978. Depois vieram Tusk, em 1979, e Mirage, em 1982.

Bella Donna e a carreira solo (1981–2014)

Nicks lançou o primeiro álbum solo, Bella Donna, em 1981. O primeiro single, “Stop Draggin’ My Heart Around”, gravado com Tom Petty and the Heartbreakers, chegou ao 3º lugar da Billboard Hot 100 em 1981. “Edge of Seventeen” chegou ao 11º lugar, em 1982, e “Stand Back”, ao 5º, em 1983, ano de The Wild Heart. Nicks voltou a falar de “Edge of Seventeen” em Stevie Nicks revela como ‘Edge of seventeen’ a ajudou a superar perdas pessoais.

A discografia solo de estúdio tem oito álbuns: Bella Donna (1981), The Wild Heart (1983), Rock a Little (1985), The Other Side of the Mirror (1989), Street Angel (1994), Trouble in Shangri-La (2001), In Your Dreams (2011) e 24 Karat Gold: Songs from the Vault (2014). Não há álbum de estúdio solo depois de 2014.

A saída do Fleetwood Mac, a volta e o Hall da Fama (1991–2019)

Nicks deixou o Fleetwood Mac em 1991 e voltou em 1997, para o álbum ao vivo The Dance. Segundo relatos, a disputa com Mick Fleetwood em torno da faixa “Silver Springs” pesou na saída. Ela não participa de Time, de 1995. Em 1998, o Fleetwood Mac entrou no Rock and Roll Hall of Fame. Say You Will, de 2003, foi o álbum de estúdio seguinte da banda com Nicks. Em 29 de março de 2019, ela foi incluída no Hall da Fama como artista solo, apresentada por Harry Styles, e virou a primeira mulher a entrar duas vezes.

Daisy Jones & The Six

A minissérie “Daisy Jones & The Six”, da Prime Video, estreou em 3 de março de 2023 e é baseada no romance de Taylor Jenkins Reid, de 2019. A autora diz que o livro não conta a história do Fleetwood Mac, mas que a banda e a relação de Nicks com Buckingham serviram de inspiração. Em 2023, Nicks elogiou a série nas redes sociais.

De Christine McVie a 2026

Christine McVie, colega de Nicks no Fleetwood Mac, morreu em 30 de novembro de 2022, aos 79 anos. Nicks falou da perda em Stevie Nicks revela como música de Taylor Swift a ajudou a lidar com a perda de Christine McVie. Em abril de 2025, ela disse que estava fazendo um disco novo, como mostra Stevie Nicks está trabalhando em novo álbum, mas ainda não há título oficial nem data de lançamento anunciados.

Em 2026, a gravação original de “Landslide” entrou na Billboard Hot 100 pela primeira vez, em 41º lugar, na parada de 17 de janeiro, depois de ser usada no final de “Stranger Things”. Nicks se apresentou em Thackerville, em Oklahoma, em 18 de abril, e no Jazz Fest de Nova Orleans, em abril. Em 4 de maio, cantou “Landslide” com Sabrina Carpenter no Met Gala e, em 29 de agosto, com Olivia Rodrigo no festival Daisy Chain Fields, na Califórnia. Nicks e Olivia Rodrigo têm músicas na trilha de “Practical Magic 2”, que estreou em setembro de 2026, como mostra Stevie Nicks e Olivia Rodrigo terão músicas na trilha sonora de “Practical Magic 2”.

Perguntas frequentes sobre Stevie Nicks

Qual a música mais famosa de Stevie Nicks?

“Dreams”, do Fleetwood Mac, escrita por ela, é a única música da banda a chegar ao 1º lugar da Billboard Hot 100, em 1977. Na carreira solo, “Stop Draggin’ My Heart Around” (3º lugar, em 1981), “Stand Back” (5º, em 1983) e “Edge of Seventeen” (11º, em 1982) estão entre os maiores sucessos nas paradas.

Quantos anos Stevie Nicks tem?

78 anos em 2026. Ela nasceu em 26 de maio de 1948, em Phoenix, no Arizona.

Stevie Nicks ainda faz shows?

Sim. Em 2026 ela se apresentou em Thackerville (18 de abril), no Jazz Fest de Nova Orleans (abril), no Met Gala (4 de maio) e no festival Daisy Chain Fields (29 de agosto).

Por que Stevie Nicks saiu do Fleetwood Mac?

Ela saiu em 1991 e voltou em 1997. Segundo relatos, a disputa com Mick Fleetwood em torno da faixa “Silver Springs” pesou na saída.

Stevie Nicks está no Hall da Fama do Rock?

Sim, duas vezes: em 1998, com o Fleetwood Mac, e em 2019, como artista solo. Foi a primeira mulher a entrar duas vezes.

Quantos álbuns solo Stevie Nicks tem?

Oito álbuns de estúdio, de Bella Donna (1981) a 24 Karat Gold: Songs from the Vault (2014).

Atualizado em 5 de novembro de 2026. Fontes: Wikipédia (inglês), Rock and Roll Hall of Fame, Grammy.com, NBC News, Billboard, Rolling Stone, Ultimate Classic Rock, Enciclopédia.com, Pollstar e CBS News. Os fatos desta história precisam de revisão editorial.

Autor

  • Marcelo Scherer

    Jornalista, editor-chefe e fundador do portal Disconecta. Aos 46 anos, respira o ecossistema musical cobrindo rock, indie e cultura alternativa. É uma voz ativa no resgate da cultura física como host do podcast e newsletter Papo de Colecionador, dedicado a LPs e CDs. Além de assinar resenhas críticas no site, expande o debate musical no comando dos programas Disconecta na Rádio na Fm Cultura 107,7 de Porto Alegre/RS e Pôr do Som na Sintonia Fm 94.7 de Torres/RS.

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