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Histórias

A história de Stevie Wonder: da Motown a 2026

5 min de leitura
Stevie Wonder, de túnica bordada e óculos escuros, sorrindo no palco ao lado de músicos e coristas, em foto em preto e branco de 1981
Stevie Wonder (ao centro) e músicos em show no Drammenshallen, em Drammen, na Noruega, em maio de 1981. Foto: Kåre Eide/Biblioteca Nacional da Noruega (CC0).

Stevie Wonder é cantor, compositor e multi-instrumentista dos Estados Unidos. Assinou com a Motown em 1961, aos 11 anos, e teve o primeiro 1º lugar da parada pop com “Fingertips, Pt. 2”, em 1963. Nos anos 1970, lançou Talking Book, Innervisions, Fulfillingness’ First Finale e Songs in the Key of Life. Entrou no Rock and Roll Hall of Fame em 1989. Esta história acompanha a carreira dele. A discografia, as parcerias e a linha do tempo estão na página de Stevie Wonder.

A Motown e o primeiro 1º lugar (1961–1964)

Em 1961, aos 11 anos, Stevie Wonder foi levado à Motown por Ronnie White, dos Miracles. Depois de um teste com Berry Gordy, assinou com a Tamla, selo da gravadora. Os dois primeiros álbuns, The Jazz Soul of Little Stevie e Tribute to Uncle Ray, saíram em 1962.

“Fingertips, Pt. 2”, gravada ao vivo e incluída em Recorded Live: The 12 Year Old Genius, chegou ao 1º lugar das paradas pop e de R&B dos Estados Unidos em 1963. Foi o primeiro 1º lugar de Wonder. Em 1963 e 1964, vieram With a Song in My Heart e Stevie at the Beach.

Do Up-Tight ao novo contrato (1966–1971)

Up-Tight e Down to Earth saíram em 1966, e I Was Made to Love Her e Someday at Christmas, em 1967. Em 1968, vieram Eivets Rednow e For Once in My Life; em 1969, My Cherie Amour; em 1970, Signed, Sealed & Delivered.

Where I’m Coming From saiu em 1971, ano em que Wonder completou 21 anos e fechou um novo contrato com a Motown, com mais controle sobre a própria obra.

De Talking Book a Songs in the Key of Life (1972–1976)

Music of My Mind saiu em março de 1972, e Talking Book, em outubro do mesmo ano. Depois vieram Innervisions (1973), Fulfillingness’ First Finale (1974) e Songs in the Key of Life (1976), um álbum duplo lançado com um EP.

Innervisions, Fulfillingness’ First Finale e Songs in the Key of Life ganharam o Grammy de Álbum do Ano. Fulfillingness’ First Finale e Songs in the Key of Life chegaram ao 1º lugar da parada de álbuns da Billboard. De Songs in the Key of Life saíram os singles “Sir Duke” e “I Wish”, ambos no 1º lugar da parada pop dos Estados Unidos.

De Hotter Than July a A Time to Love (1979–2005)

Journey Through “The Secret Life of Plants”, uma trilha sonora, saiu em 1979, e Hotter Than July, em 1980. In Square Circle é de 1985, e Characters, de 1987. Conversation Peace saiu em 1995. Wonder ganhou dois Grammys por “For Your Love” e, em 1996, recebeu o Grammy Lifetime Achievement Award. A Time to Love saiu em 2005.

Rock Hall e Grammy

Wonder entrou no Rock and Roll Hall of Fame em 1989. O site também traz Sly Stone recebe tributo de Stevie Wonder no Hall da Fama. Em 1996, recebeu o Grammy Lifetime Achievement Award, depois de três vitórias na categoria Álbum do Ano.

Stevie Wonder no Brasil

Wonder tocou no Palco Mundo do Rock in Rio, no Rio de Janeiro, em setembro de 2011, em um show com “Garota de Ipanema” e a participação de Janelle Monáe em “Superstition”. Em 25 de dezembro de 2012, fez um show gratuito na praia de Copacabana, no Rio, depois da apresentação de Gilberto Gil.

Em dezembro de 2013, esteve no Circuito Banco do Brasil: tocou em Brasília e, em 14 de dezembro, em São Paulo, no Campo de Marte.

Songs in the Key of Life aos 50 anos (2026)

Em 28 de setembro de 2026, 50 anos depois do lançamento do álbum, Wonder lançou um EP com quatro faixas inéditas das gravações de 1976: “It’s Easier”, “My Life Story of Love”, “I Can See the Sun in Late December” e “I’m Into Livin’”, como mostra Stevie Wonder lança EP com 4 faixas inéditas de “Songs in the Key of Life”.

A turnê de 50 anos do álbum tem 18 shows, de 13 de outubro, em Birmingham, na Inglaterra, a 19 de dezembro, no Intuit Dome, na área de Los Angeles. Wonder toca o disco na íntegra, como aparece em Stevie Wonder anuncia turnê mundial de 2026 para celebrar “Songs in the Key of Life” e em Stevie Wonder fará turnê mundial para celebrar 50 anos de “Songs in the Key of Life”. As datas são na Europa e nos Estados Unidos.

Perguntas frequentes sobre Stevie Wonder

Quando Stevie Wonder assinou com a Motown?

Em 1961, aos 11 anos. Ronnie White, dos Miracles, o levou à Motown, e Berry Gordy o assinou com a Tamla, selo da gravadora.

Quais Grammys de Álbum do Ano Stevie Wonder ganhou?

Três: Innervisions, Fulfillingness’ First Finale e Songs in the Key of Life.

Qual foi o primeiro 1º lugar de Stevie Wonder?

“Fingertips, Pt. 2”, em 1963, gravada ao vivo e incluída em Recorded Live: The 12 Year Old Genius. Chegou ao 1º lugar das paradas pop e de Ru0026B dos Estados Unidos.

Quando Stevie Wonder entrou no Rock and Roll Hall of Fame?

Em 1989.

Stevie Wonder já tocou no Brasil?

Sim: no Rock in Rio, em setembro de 2011; na praia de Copacabana, em 25 de dezembro de 2012; e no Circuito Banco do Brasil, em dezembro de 2013, em Brasília e em São Paulo (14 de dezembro). A turnê de 2026 tem datas na Europa e nos Estados Unidos.

O que é a turnê de 2026 de Stevie Wonder?

Uma turnê de 18 shows que celebra os 50 anos de Songs in the Key of Life, tocado na íntegra. Começa em 13 de outubro, em Birmingham, e termina em 19 de dezembro, no Intuit Dome, na área de Los Angeles.

Atualizado em 6 de novembro de 2026. Fontes: Grammy.com, Rock and Roll Hall of Fame, Biography.com, The Irish Times, Far Out, Ultimate Classic Rock, JamBase, uDiscover Music, Stereogum, Euronews, Rolling Stone Brasil, Omelete, Olhar Direto, Panrotas, AFP (via Vietnamnet), IANS (via India TV), Blogcritics, stevieWonder.org.uk e Wikipédia (inglês). Os fatos desta história precisam de revisão editorial.

Autor

  • Marcelo Scherer

    Jornalista, editor-chefe e fundador do portal Disconecta. Aos 46 anos, respira o ecossistema musical cobrindo rock, indie e cultura alternativa. É uma voz ativa no resgate da cultura física como host do podcast e newsletter Papo de Colecionador, dedicado a LPs e CDs. Além de assinar resenhas críticas no site, expande o debate musical no comando dos programas Disconecta na Rádio na Fm Cultura 107,7 de Porto Alegre/RS e Pôr do Som na Sintonia Fm 94.7 de Torres/RS.

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