Promoções: Receba no seu whatsapp as melhores ofertas de CDs e LPs
Início - Histórias - A história do King Crimson: de Londres a 2021
Histórias

A história do King Crimson: de Londres a 2021

5 min de leitura
Integrantes do King Crimson enfileirados à frente de três baterias, sob luzes azuis e roxas, em show em Madri, em 2016
Foto: O King Crimson em show no Palacio Municipal de Deportes, em Madri, em 23 de novembro de 2016. Foto: Montserrat Boix/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0).

O King Crimson é uma banda inglesa de rock progressivo que surgiu em Londres, em 1968, a partir do trio Giles, Giles and Fripp. O guitarrista Robert Fripp é o integrante constante em todas as fases. A primeira formação reuniu Fripp, Michael Giles (bateria), Greg Lake (baixo e vocais), Ian McDonald (sopros e teclados) e Peter Sinfield (letras). O álbum de estreia, In the Court of the Crimson King, saiu em 10 de outubro de 1969. A banda parou em 1974, voltou em 1981, parou de novo em 1984 e voltou em 1994 e em 2013. O último show foi em Tóquio, em 8 de dezembro de 2021. Esta história acompanha a carreira da banda. A discografia, os integrantes e a linha do tempo estão na página do King Crimson.

Londres e o primeiro disco (1968–1969)

O King Crimson surgiu do trio Giles, Giles and Fripp. Os ensaios da primeira formação, com Fripp, Michael Giles, Greg Lake, Ian McDonald e Peter Sinfield, começaram em 13 de janeiro de 1969, no porão de um café em Londres. O primeiro show foi em 9 de abril de 1969, no Speakeasy, em Londres. Em 5 de julho de 1969, a banda abriu o show dos Rolling Stones no Hyde Park.

In the Court of the Crimson King saiu em 10 de outubro de 1969, pela Island, no Reino Unido, e pela Atlantic, nos Estados Unidos. O disco chegou ao 5º lugar na parada britânica e ao 28º lugar na Billboard 200.

Poseidon, Lizard e Islands (1970–1971)

Michael Giles e Ian McDonald saíram depois dos shows de dezembro de 1969, e Greg Lake saiu em 1970. Fripp e Peter Sinfield seguiram com outros músicos. In the Wake of Poseidon e Lizard saíram em 1970. Mel Collins (saxofone e flauta) tocou nos dois, e Lizard teve Gordon Haskell (baixo e vocais) e Andy McCulloch (bateria).

Islands, de 1971, teve Boz Burrell (baixo e vocais), Ian Wallace (bateria) e Mel Collins. Sinfield deixou o grupo depois desse disco.

A formação de Bruford e Wetton (1972–1974)

Em 1972, Fripp montou outra formação, com Bill Bruford (bateria), John Wetton (baixo e vocais), David Cross (violino) e Jamie Muir (percussão). Larks’ Tongues in Aspic saiu em 1973. Muir deixou o grupo em 1973, e Cross, em 1974. Starless and Bible Black e Red, ambos de 1974, foram gravados nessa fase. A banda encerrou as atividades em 25 de setembro de 1974.

Discipline, Beat e Three of a Perfect Pair (1981–1984)

Em 1981, Fripp voltou com Bill Bruford, Adrian Belew (guitarra e vocais) e Tony Levin (baixo e Chapman Stick). Discipline saiu em 1981, Beat, em 1982, e Three of a Perfect Pair, em 1984. A banda parou de novo em 1984.

Thrak e os anos 2000 (1994–2007)

Em 1994, o King Crimson voltou com seis músicos, conhecidos como “Double Trio”: Fripp, Belew, Levin, Bruford, Trey Gunn e Pat Mastelotto. Thrak saiu em 1995, The ConstruKction of Light, em 2000, e The Power to Believe, em 2003, o décimo terceiro álbum de estúdio da banda. Gavin Harrison entrou no grupo no fim de 2007.

A volta em 2013 e o Brasil (2013–2019)

A banda voltou em 2013 e passou a excursionar em 2014. A formação de 2021 teve Fripp, Jakko Jakszyk (vocais e guitarra), Tony Levin (baixo e Chapman Stick), Mel Collins (saxofone) e os bateristas Gavin Harrison, Pat Mastelotto e Jeremy Stacey.

Em 2019, ano em que a banda completou 50 anos, o King Crimson tocou em 4 de outubro no Espaço das Américas, em São Paulo, e em 6 de outubro no palco Sunset do Rock in Rio, no Rio de Janeiro. O portal também publicou sobre a turnê Beat, que reúne músicos do King Crimson: Turnê 2026 do Beat revive o King Crimson dos anos 80 e Steve Vai e Danny Carey do Tool se unem com músicos do King Crimson para a turnê ‘BEAT’.

O último show (2021)

O último show do King Crimson foi em 8 de dezembro de 2021, no Bunkamura Orchard Hall, em Tóquio, na última data da turnê japonesa. Robert Fripp escreveu que a banda havia passado “do som ao silêncio”.

Perguntas frequentes sobre King Crimson

Quem fundou o King Crimson?

A banda surgiu em Londres, em 1968, a partir do trio Giles, Giles and Fripp. A primeira formação teve Robert Fripp (guitarra), Michael Giles (bateria), Greg Lake (baixo e vocais), Ian McDonald (sopros e teclados) e Peter Sinfield (letras).

Qual foi o primeiro disco do King Crimson?

O álbum de estreia é In the Court of the Crimson King, lançado em 10 de outubro de 1969. Chegou ao 5º lugar na parada britânica e ao 28º lugar na Billboard 200.

Quais são os álbuns de estúdio do King Crimson?

São treze: In the Court of the Crimson King (1969), In the Wake of Poseidon (1970), Lizard (1970), Islands (1971), Larks’ Tongues in Aspic (1973), Starless and Bible Black (1974), Red (1974), Discipline (1981), Beat (1982), Three of a Perfect Pair (1984), Thrak (1995), The ConstruKction of Light (2000) e The Power to Believe (2003).

O King Crimson já tocou no Brasil?

Sim. Em 2019, a banda tocou em 4 de outubro no Espaço das Américas, em São Paulo, e em 6 de outubro no palco Sunset do Rock in Rio, no Rio de Janeiro.

Quando foi o último show do King Crimson?

Foi em 8 de dezembro de 2021, no Bunkamura Orchard Hall, em Tóquio, na última data da turnê japonesa.

Quem tocava no King Crimson em 2021?

A formação final teve Robert Fripp, Jakko Jakszyk (vocais e guitarra), Tony Levin (baixo e Chapman Stick), Mel Collins (saxofone) e os bateristas Gavin Harrison, Pat Mastelotto e Jeremy Stacey.

Atualizado em 6 de novembro de 2026. Fontes: DPRP, Riffology, Classic Rock Artists, Rock Encyclopaedia, RAM Entertainment, Urban Aspirines, Rock Music Universe, Elephant Talk, Ultimate Classic Rock, Blabbermouth, Planet Rock, Guitar.com, Tony Levin (diário de turnê), Wikimetal, Rolling Stone Brasil e Wikipédia (inglês). Os fatos desta história precisam de revisão editorial.

Autor

  • Marcelo Scherer

    Jornalista, editor-chefe e fundador do portal Disconecta. Aos 46 anos, respira o ecossistema musical cobrindo rock, indie e cultura alternativa. É uma voz ativa no resgate da cultura física como host do podcast e newsletter Papo de Colecionador, dedicado a LPs e CDs. Além de assinar resenhas críticas no site, expande o debate musical no comando dos programas Disconecta na Rádio na Fm Cultura 107,7 de Porto Alegre/RS e Pôr do Som na Sintonia Fm 94.7 de Torres/RS.

    Ver todos os posts
Leia mais: King Crimson
Compartilhe esta matéria:

Deixe seu comentário

Participe da discussão

Seu comentário será analisado pela nossa equipe antes de ser publicado.

RÁDIO
DISCONECTA
Rádio Disconecta