Promoções: Receba no seu whatsapp as melhores ofertas de CDs e LPs
Início - A história do Red Hot Chili Peppers: de Los Angeles a 2026
Histórias

A história do Red Hot Chili Peppers: de Los Angeles a 2026

5 min de leitura
Baixista de gorro vermelho, guitarrista de camiseta branca e baterista de boné laranja no palco, diante de um painel vermelho, em show em Londres, em 2023
O Red Hot Chili Peppers em show no Tottenham Hotspur Stadium, em Londres, em 21 de julho de 2023. Foto: Raph_PH/Flickr, via Wikimedia Commons (CC BY 2.0).

O Red Hot Chili Peppers é uma banda de Los Angeles, na Califórnia, ligada ao funk rock e ao rock alternativo. Ficou conhecida com Mother’s Milk (1989), Blood Sugar Sex Magik (1991) e Californication (1999). Stadium Arcadium (2006) foi o primeiro álbum da banda a estrear em 1º lugar na Billboard 200, e o grupo entrou no Rock and Roll Hall of Fame em 2012. A formação atual tem Anthony Kiedis, Flea, Chad Smith e John Frusciante. Esta história acompanha a carreira da banda. A discografia, os integrantes e a linha do tempo estão na página do Red Hot Chili Peppers.

Los Angeles e os primeiros discos (até 1988)

A banda surgiu em Los Angeles, no início dos anos 1980, com Anthony Kiedis (vocais), Flea (baixo), Hillel Slovak (guitarra) e Jack Irons (bateria). O primeiro álbum, The Red Hot Chili Peppers, saiu em 1984. Vieram depois Freaky Styley (1985) e The Uplift Mofo Party Plan (1987).

Hillel Slovak morreu em 1988, aos 26 anos. Um documentário sobre o guitarrista aparece em Documentário Hillel Slovak na Netflix ganha trailer.

Mother's Milk (1989)

Em 1988, John Frusciante assumiu a guitarra, e Chad Smith entrou na bateria em dezembro. Mother’s Milk, lançado em 16 de agosto de 1989, foi o primeiro álbum com os dois. Michael Beinhorn produziu o disco, que traz versões de “Higher Ground”, de Stevie Wonder, e de “Fire”, de Jimi Hendrix.

Mother’s Milk chegou ao 52º lugar da Billboard 200, a melhor posição da banda até então, e depois recebeu certificação de platina.

Blood Sugar Sex Magik e a saída de Frusciante (1991–1998)

Blood Sugar Sex Magik saiu em 24 de setembro de 1991, com produção de Rick Rubin, e chegou ao 3º lugar da Billboard 200. “Give It Away” rendeu à banda o Grammy de Melhor Performance de Hard Rock com Vocal, em 1993. Naquele ano, o grupo esteve no Hollywood Rock, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Frusciante deixou a banda em 1992. Dave Navarro assumiu a guitarra e gravou One Hot Minute, lançado em setembro de 1995. Navarro saiu em 1998, e Frusciante voltou à banda no mesmo ano.

Californication, By the Way e Stadium Arcadium (1999–2006)

Californication, de 1999, estreou em 3º lugar na Billboard 200. Em 2001, a banda tocou no Rock in Rio, e em 2002 voltou ao Brasil. By the Way saiu em julho de 2002.

Stadium Arcadium, lançado em maio de 2006, estreou em 1º lugar. No Grammy de 2007, o álbum ganhou o prêmio de Melhor Álbum de Rock, e “Dani California” ganhou o de Melhor Performance de Rock por Dupla ou Grupo com Vocal.

Josh Klinghoffer e o Rock Hall

Depois da saída de Frusciante, em 2009, Josh Klinghoffer assumiu a guitarra e gravou I’m with You, de agosto de 2011, e The Getaway, de 2016. A banda entrou no Rock and Roll Hall of Fame em 2012.

No Brasil, tocou no Rock in Rio em 24 de setembro de 2011 e participou do Circuito Banco do Brasil em novembro de 2013, com shows em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Voltou ao Rock in Rio em 2017, tocou no Lollapalooza Brasil, em São Paulo, em 2018, e no Rock in Rio em 3 de outubro de 2019.

A volta de Frusciante e 2026

Em dezembro de 2019, John Frusciante voltou à banda, no lugar de Klinghoffer. Unlimited Love saiu em 1º de abril de 2022 e estreou em 1º lugar na Billboard 200, o primeiro álbum da banda em 1º lugar desde Stadium Arcadium. Return of the Dream Canteen saiu em 14 de outubro de 2022 e chegou ao 3º lugar. Em março de 2023, a banda anunciou cinco shows no Brasil para novembro, no Rio de Janeiro, em Brasília, em São Paulo, em Curitiba e em Porto Alegre. Em 2024, foi anunciada para a cerimônia de encerramento dos Jogos de Paris, como mostra Red Hot Chili Peppers e Billie Eilish se apresentarão na Cerimônia de Encerramento das Olimpíadas de Paris 2024.

Sobre músicas novas, o portal publicou Red Hot Chili Peppers está compondo e gravando novas músicas, diz Flea. Em 17 de outubro de 2026, o grupo tocou no Hollywood Palladium, em Los Angeles, no show em benefício do 25º aniversário do Silverlake Conservatory of Music, como mostra Red Hot Chili Peppers resgata quatro músicas raras em show beneficente.

Perguntas frequentes sobre Red Hot Chili Peppers

Quem são os integrantes do Red Hot Chili Peppers hoje?

A formação atual tem Anthony Kiedis (vocais), Flea (baixo), Chad Smith (bateria) e John Frusciante (guitarra). Frusciante voltou em dezembro de 2019, no lugar de Josh Klinghoffer.

Qual foi o primeiro álbum do Red Hot Chili Peppers?

O primeiro álbum foi The Red Hot Chili Peppers, lançado em 1984. Freaky Styley saiu em 1985 e The Uplift Mofo Party Plan, em 1987.

O que é Mother’s Milk, do Red Hot Chili Peppers?

É o álbum lançado em 16 de agosto de 1989, produzido por Michael Beinhorn. Foi o primeiro com John Frusciante e Chad Smith, trouxe versões de “Higher Ground” e “Fire” e chegou ao 52º lugar da Billboard 200.

O Red Hot Chili Peppers já tocou no Brasil?

Sim. A banda esteve no Hollywood Rock em 1993, no Rock in Rio em 2001, 2011, 2017 e 2019 e no Lollapalooza Brasil em 2018. Em março de 2023, anunciou cinco shows no país para novembro de 2023.

O Red Hot Chili Peppers ganhou Grammy?

Sim. Ganhou Melhor Performance de Hard Rock com Vocal por “Give It Away”, em 1993, e, em 2007, Melhor Álbum de Rock por Stadium Arcadium e Melhor Performance de Rock por Dupla ou Grupo com Vocal por “Dani California”, segundo o Grammy.com.

O Red Hot Chili Peppers está no Rock and Roll Hall of Fame?

Sim. A banda entrou no Rock and Roll Hall of Fame em 2012.

Atualizado em 6 de novembro de 2026. Fontes: Rock and Roll Hall of Fame, Grammy.com, RIAA, Billboard (via Yahoo e Google Livros), Rolling Stone Brasil, Wikimetal, DCI, Loudwire, uDiscover Music, MusicBrainz, This Day in Music, NME, Consequence, Stereogum, mxdwn, Jewish Journal e Wikipédia (inglês). Os fatos desta história precisam de revisão editorial.

Autor

  • Marcelo Scherer

    Jornalista, editor-chefe e fundador do portal Disconecta. Aos 46 anos, respira o ecossistema musical cobrindo rock, indie e cultura alternativa. É uma voz ativa no resgate da cultura física como host do podcast e newsletter Papo de Colecionador, dedicado a LPs e CDs. Além de assinar resenhas críticas no site, expande o debate musical no comando dos programas Disconecta na Rádio na Fm Cultura 107,7 de Porto Alegre/RS e Pôr do Som na Sintonia Fm 94.7 de Torres/RS.

    Ver todos os posts
Compartilhe esta matéria:

Relacionados

Deixe seu comentário

Participe da discussão

Seu comentário será analisado pela nossa equipe antes de ser publicado.

RÁDIO
DISCONECTA
Rádio Disconecta