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Beabadoobee lança “Pylon”, seu quarto álbum, com som de guitarra agressivo

5 min de leitura
Beabadoobee se apresenta durante o festival Lollapalooza Chicago, em agosto de 2026
Beabadoobee se apresenta durante o festival Lollapalooza Chicago, em agosto de 2026 — Foto: Josh Brasted/FilmMagic

Resumo
  • ▪ Beabadoobee apresenta “Pylon”, seu quarto álbum, com uma sonoridade mais agressiva e guitarras distorcidas.
  • ▪ O álbum reflete as emoções e conflitos da artista aos 26 anos, abordando temas como insegurança e raiva.
  • ▪ Conta com participações de Hayley Williams (Paramore), Brendan Yates (Turnstile), Chino Moreno (Deftones) e outros artistas.

Beabadoobee, nome artístico de Beatrice Laus, lançou seu quarto álbum, intitulado “Pylon”. O trabalho marca uma fase mais ácida e agressiva da artista, com um som renovado e guitarras proeminentes.

Aos 26 anos, Beabadoobee explora em “Pylon” os desafios emocionais da casa dos vinte, como expresso na faixa “Write Me a Letter”, onde canta: “You’re older/I’m bipolar/The weather’s getting colder” (Você está mais velho/Eu sou bipolar/O tempo está ficando mais frio).

A artista, que começou como um prodígio do bedroom pop e viralizou com “Coffee” aos 17 anos, mostra uma evolução em sua sonoridade. Em “Pylon”, ela busca uma fúria de guitarra que remete ao rock dos anos 90, com influências de bandas como Sonic Youth, Helium e Dinosaur Jr.

O álbum também conta com diversas participações especiais. Hayley Williams, do Paramore, aparece na faixa “Nothing to Prove”. Já “Powerlines” é um dueto com Brendan Yates, do Turnstile. Outras contribuições incluem Chino Moreno, do Deftones; Evan Stephens Hall, do Pinegrove; Shane Moran, do Title Fight; e Andrew Fisher, do Basement. Matty Healy e George Daniel, do The 1975, também colaboram com seus mentores de longa data.

Beabadoobee não busca soluções para seus problemas nas músicas, mas usa a dor e as dúvidas como inspiração. Em “Radio”, ela transforma a mágoa em arte, cantando “you’ll listen to this song on the radio” (você vai ouvir essa música no rádio). Já “It’s Alright” apresenta um lado mais romântico e aberto da artista.

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Autor

  • Luis Fernando Brod

    Publicitário, redator e pesquisador musical com foco em classic rock, hard rock e bastidores da indústria fonográfica. Especialista com mais de 5 anos em resgatar a história por trás de álbuns lendários e dissecar a trajetória de ícones da música nas décadas de 70, 80 e 90. No Disconecta, assina reportagens especiais, retrospectivas e a cobertura diária do rock internacional. Criador do canal no youtube Minha Vida em Vinil onde cobre música e colecionismo em mídia física.

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