Beck lança “Ride Lonesome”, seu primeiro álbum de estúdio em sete anos
Resumo
- ▪ O novo álbum de Beck, “Ride Lonesome”, marca seu retorno após sete anos sem lançamentos de estúdio.
- ▪ O disco é descrito como melancólico e comparado ao aclamado “Sea Change” (2002).
- ▪ A produção de Nigel Godrich e a banda original de “Mutations” e “Morning Phase” colaboraram no projeto.
Após sete anos sem um disco de estúdio, Beck lançou seu novo álbum, intitulado “Ride Lonesome”. O trabalho é descrito como uma continuação da fase mais melancólica do artista, remetendo diretamente ao som de seu aclamado álbum de 2002, “Sea Change”.
A produção de “Ride Lonesome” ficou novamente a cargo de Nigel Godrich, que colaborou com Beck em outros projetos introspectivos. A banda que acompanhou o músico em “Mutations” (1998) e “Morning Phase” (2014) também retorna, contribuindo para a sonoridade característica de alt-country com soft-rock.
O álbum de 12 faixas se distancia da experimentação pós-moderna de discos como “Odelay” ou “Midnite Vultures”, focando em instrumentação sutil e vocais melancólicos. A faixa-título, “Ride Lonesome”, abre o disco com pedal steel e bateria suave, criando uma atmosfera etérea. Canções como “Failed Words” apresentam pianos nebulosos e arranjos orquestrais.
Fãs de “Sea Change” encontrarão semelhanças em faixas como “In the Night”, que lembra “Paper Tiger” com suas guitarras arpejadas, e “Falling Through My Hands”, que evoca a sensibilidade de “Lost Cause”. Embora “Ride Lonesome” não seja uma cópia exata de seu antecessor, ele compartilha um sentimento de nostalgia e anseio, oferecendo um conforto familiar aos ouvintes.
Para mais informações sobre os lançamentos de Beck, confira também: Beck anuncia novo álbum “Ride Lonesome”.
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