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Dave Grohl diz que “roubou” Taylor Hawkins de Alanis Morissette

5 min de leitura
Dave Grohl
Foto: Dave Grohl — Foto: Taylor Hawkins
Resumo
  • ▪ Dave Grohl disse no Jimmy Kimmel Live! que "roubou" Taylor Hawkins da banda de Alanis Morissette.
  • ▪ Hawkins deixou a turnê de "Jagged Little Pill" em março de 1997 e entrou no Foo Fighters no mesmo mês.
  • ▪ O baterista ficou na banda até 2022, ano de sua morte, e Grohl diz que o grupo ainda fala dele todos os dias.

Dave Grohl contou que “roubou” Taylor Hawkins da banda de Alanis Morissette. A declaração foi dada no programa Jimmy Kimmel Live!, ao lembrar como o baterista entrou para o Foo Fighters.

Quando se juntou ao grupo, em 1997, Hawkins já era baterista de Alanis, que vivia seu momento de maior sucesso. Segundo Grohl, o primeiro álbum do Foo Fighters saiu quase ao mesmo tempo que o da cantora canadiense, e as duas bandas passavam por uma fase de muitos festivais e programas de rádio.

“Foi ali que conheci o Taylor, nos bastidores”, lembrou o músico. “Aparece esse cara loiro, surfista, e me diz: ‘Ei, adoro a sua banda. Vocês são demais. Blá, blá, blá’. Naquele instante, soube que seríamos melhores amigos para sempre”, disse.

Hawkins estava na turnê de “Jagged Little Pill”, de Alanis. Em março de 1997, deixou a banda da cantora e, no mesmo mês, entrou no Foo Fighters, que tinha acabado de gravar “The Colour and the Shape”. Em 1999, ele gravou pela primeira vez em estúdio com o grupo, em “There Is Nothing Left to Lose”.

Pelo relato de Grohl, a própria Alanis o incentivou a se unir ao Foo Fighters. O baterista ficou na formação até 2022, ano em que morreu durante uma turnê da banda.

Em entrevista no início do ano, recolhida pela NME, Grohl falou sobre como a morte do amigo afetou a banda e disse que seguir sem ele foi “realmente complicado”.

“Tivemos o Taylor Hawkins como baterista por 25 anos e, além de ser um baterista incrível, ele tinha um espírito incrível. Era uma pessoa incrível e era nosso irmão. Era nosso melhor amigo. Então continuar depois do Taylor foi realmente complicado, não só para nós, mas para qualquer baterista que chegasse para, sabe, substituí-lo”, afirmou.

“Falamos dele todos os dias. Em tudo que fazemos, queremos ter essa energia, queremos ter essa energia pelo Taylor”, completou.

Autor

  • Luis Fernando Brod

    Publicitário, redator e pesquisador musical com foco em classic rock, hard rock e bastidores da indústria fonográfica. Especialista com mais de 5 anos em resgatar a história por trás de álbuns lendários e dissecar a trajetória de ícones da música nas décadas de 70, 80 e 90. No Disconecta, assina reportagens especiais, retrospectivas e a cobertura diária do rock internacional. Criador do canal no youtube Minha Vida em Vinil onde cobre música e colecionismo em mídia física.

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