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Death Metal com música regional? A parceria de Krisiun com violonista Marcello Caminha

O metal sempre andou junto com elementos musicais nativos de seus países de origem. Um dos vários exemplos que podemos citar é o Krisiun.

Parece ser inimaginável, pelo seu som potente e agressivo. Mas os seus três integrantes, os irmãos Max Koslene (bateria), Moyses Koslene (guitarra) e Abel Camargo (voz/baixo) quebram esse paradigma.

São grandes apreciadores da música nativa do Rio Grande do Sul. Fãs de duplas como César Oliveira e Rogério Melo. Volta e meia a banda sempre cita o carinho pelo trabalho deles. Além da dupla, são entusiastas do trabalho do instrumentista Marcello Caminha.

Marcelo de Macedo Caminhão, nascido na cidade de Bagé-RS, é um violonista, cantor e compositor. Respeitado no Rio Grande Do Sul e pelo Brasil como um dos grandes instrumentistas, pela sua versatilidade em unir o nativismo gaúcho com a música latina como Milonga, Chamamé e chacarera. São mais de 10 discos instrumentais lançados. Entre diversos artistas, foi músico da dupla César Oliveira e Rogério Melo e do cantor Luiz Marenco, grandes referências na música nativa do estado.

Uns anos atrás, surgiu o grande e inesperado encontro. Krisiun e Marcelo Caminha juntos no palco, no histórico Bar Opinião. Foi ovacionado pelo público, pela sinergia da banda com músico e pela conexão sensorial dos dois ritmos.

Na pandemia, houve outra parceria entre o Marcelo e o Moyses na canção Paleteada, do César Oliveira e Rogério Melo. A canção ganhou uma versão metal-milonga.

Abaixo, pode conferir a performance histórica no Bar Opinião:

Aqui a perfomance de Paleteada, do Marcello Caminha e Moyses Koslene:

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