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Justin Timberlake brinca sobre excesso de beatbox no início da carreira: “Não sei como me desculpar”

5 min de leitura
Justin Timberlake. during  Performs in Times Square As Part of MTV's Spankin New Music Week at Times Square in New York, New York, United States. (by Theo Wargo/WireImage)
Foto: Justin Timberlake. during Performs in Times Square As Part of MTV’s Spankin New Music Week at Times Square in New York, New York, United States. (by Theo Wargo/WireImage)

Resumo
  • ▪ Justin Timberlake comentou em um vídeo que ironizava seu costume de fazer beatbox nos anos 2000.
  • ▪ O cantor pediu desculpas pelo excesso de ruídos vocais, mas afirmou em tom cômico que não pode prometer não repetir o hábito.
  • ▪ A técnica marcou faixas do 'NSync e sucessos da carreira solo, como o clássico "Cry Me a River".

Justin Timberlake decidiu encarar o passado e reagir a uma das marcas mais comentadas do início de sua trajetória musical: o hábito constante de fazer beatbox. A resposta aconteceu após a criadora de conteúdo Hannah Young publicar um vídeo bem-humorado questionando o motivo de o cantor insistir em simular baterias com a boca, mesmo cercado de instrumentos reais em estúdio.

Na publicação, Young brincou sobre como o público simplesmente aceitava as apresentações vocais do artista. Nos comentários, o cantor resolveu entrar na brincadeira e admitiu o exagero. “Eu costumo olhar para trás e pensar nessa época também. Ainda não cheguei a nenhuma resposta. Não sei como me desculpar o suficiente pelo que quer que fossem aquelas ambições. Muitos boots, muitos cats”, escreveu Timberlake.

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O músico, que recentemente viu o público lembrar que Justin Timberlake celebra duas décadas de álbum de maior sucesso, continuou a mensagem em tom cômico ao falar sobre o futuro. “Não posso prometer que não farei isso de novo. Que Deus nos ajude”, concluiu o cantor.

A prática vocal marcou a fase final do grupo ‘NSync, integrando o single “Pop” em 2001, além de apresentações ao vivo como o especial “Live from Madison Square Garden” gravado em 2000. O recurso também se estendeu ao trabalho solo do artista ao lado do produtor Timbaland, aparecendo em faixas como “Cry Me a River”.

Autor

  • Luis Fernando Brod

    Publicitário, redator e pesquisador musical com foco em classic rock, hard rock e bastidores da indústria fonográfica. Especialista com mais de 5 anos em resgatar a história por trás de álbuns lendários e dissecar a trajetória de ícones da música nas décadas de 70, 80 e 90. No Disconecta, assina reportagens especiais, retrospectivas e a cobertura diária do rock internacional. Criador do canal no youtube Minha Vida em Vinil onde cobre música e colecionismo em mídia física.

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