Justin Timberlake brinca sobre excesso de beatbox no início da carreira: “Não sei como me desculpar”
Resumo
- ▪ Justin Timberlake comentou em um vídeo que ironizava seu costume de fazer beatbox nos anos 2000.
- ▪ O cantor pediu desculpas pelo excesso de ruídos vocais, mas afirmou em tom cômico que não pode prometer não repetir o hábito.
- ▪ A técnica marcou faixas do 'NSync e sucessos da carreira solo, como o clássico "Cry Me a River".
Justin Timberlake decidiu encarar o passado e reagir a uma das marcas mais comentadas do início de sua trajetória musical: o hábito constante de fazer beatbox. A resposta aconteceu após a criadora de conteúdo Hannah Young publicar um vídeo bem-humorado questionando o motivo de o cantor insistir em simular baterias com a boca, mesmo cercado de instrumentos reais em estúdio.
Na publicação, Young brincou sobre como o público simplesmente aceitava as apresentações vocais do artista. Nos comentários, o cantor resolveu entrar na brincadeira e admitiu o exagero. “Eu costumo olhar para trás e pensar nessa época também. Ainda não cheguei a nenhuma resposta. Não sei como me desculpar o suficiente pelo que quer que fossem aquelas ambições. Muitos boots, muitos cats”, escreveu Timberlake.
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O músico, que recentemente viu o público lembrar que Justin Timberlake celebra duas décadas de álbum de maior sucesso, continuou a mensagem em tom cômico ao falar sobre o futuro. “Não posso prometer que não farei isso de novo. Que Deus nos ajude”, concluiu o cantor.
A prática vocal marcou a fase final do grupo ‘NSync, integrando o single “Pop” em 2001, além de apresentações ao vivo como o especial “Live from Madison Square Garden” gravado em 2000. O recurso também se estendeu ao trabalho solo do artista ao lado do produtor Timbaland, aparecendo em faixas como “Cry Me a River”.


