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55 anos do segundo álbum do Blood Sweat & Tears

O Blood Sweat and Tears teria o ano de 1968 como um dos mais movimentados de sua carreira, que ainda era um bebê. Em fevereiro o grupo já recebia o seu destaque, muito merecido, pelo debute Child Is Father to the Man.

No dia 11 de dezembro, o clássico auto-intitulado, e segundo trabalho do grupo, chegava às lojas. O grupo teria o revés da saída de Kooper, que viria a ser substituído por David Clayton-Thomas.

Aliás, outra soma ao Blood Sweat & Tears vinha com James William Guercio na produção.

Aliás, lembrando que as obras que Kooper deixou para o grupo, More and Morei, Smiling Phaes e You’ve Made Me So Very Happy estavam disponíveis, prontas para receber os acordes que as fazem tão inigualáveis. Lembrando que a CBS Studios, em Nova Iorque, estreava com os gravadores de 16 canais, perfeitos para fazer com que a banda se esbaldasse em sua mixagem, diferente dos padrões de quatro e oito canais, se tornando também uma das primeiras gravações de 16 canais.

Blood Sweat and Tears em sessão de fotos em 1969
Blood Sweat and Tears em 1969

Sobre o álbum do Blood Sweat & Tears

Não se deixe enganar pela apoteótica Variations On a Theme by Erik Satie (1st and 2and Movements) que abre o álbum. Ela é apenas uma preparação para a explosão que chega em Smiling Phases, trazendo David no ápice.

O suprassumo fica na bateria de Colomby ditando as regras e andamento. Graciosamente, uma aula de como se fazer uma canção clássica. E com toda a sutileza jazzística de Halligan no piano, diga-se de passagem.

Contudo, os destaques caem nas graças de And When I Die, escrita por Laura Nyro, God Bless The Child escrita por Billie Holiday. Em Spinning Wheel, traz a participação especial de Alan Rubin, conhecido trompetista que viria futuramente a integrar o The Blues Brothers.

Durante as gravações, Children Of The Wind foi gravada. A faixa só viria a ser lançada na compilação What Goes Up!

Certamente, o Blood Sweat and Tears demonstrava logo em seu início para o que veio. Decerto que há a famosa comparação com o Chicago, produzido também por Guercio. Em contrapartida, a banda seguiu a risca suas raízes até 1980. O Chicago, entretanto, fez algumas baladinhas românticas. Mas essa já é uma outra história.

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