Robbie Bennett, do The War on Drugs, lança os singles solo “Footprints in the Ash” e “Vermiculite”
Resumo
- ▪ Robbie Bennett, do The War on Drugs, lançou os singles solo "Footprints in the Ash" e "Vermiculite".
- ▪ As faixas antecipam os álbuns "Steloken" e "Circulation", previstos para 11 de dezembro de 2026.
- ▪ Em "Vermiculite", o músico usou um vocoder pela primeira vez; "Footprints in the Ash" se inspira em Pine Barrens.
Robbie Bennett, tecladista e multi-instrumentista de longa data do The War on Drugs, lançou os singles “Footprints in the Ash” e “Vermiculite”. As faixas antecipam os dois álbuns solo do músico “Steloken” e “Circulation”, que chegam em 11 de dezembro de 2026 pela American Dreams.
As músicas sucedem os singles “Sister” e “The Light on Your Face” e seguem a proposta de Bennett de encarar a criação com mais abertura e espírito de descoberta. “Ainda estou descascando a cebola. ‘Steloken’, como título, veio da pronúncia errada da minha filha para ‘skeleton’ (esqueleto)”, diz ele. “Quero voltar a esse lugar inocente em que a linguagem não está escrita, a técnica é só energia cinética no corpo e a arte é fluida e livre de autoconsciência. É o mesmo motivo pelo qual as pessoas buscam uma gravação de primeira tomada, antes de você realmente ‘conhecer’ a música. Eu vi meus filhos pintando e tocando piano.”
“No começo, você se maravilha com o quanto tudo é abstrato e simples”, continua. “Depois é como Eva mordendo a maçã. De repente você precisa desenhar formas, montar acordes, entender harmonia. Sua arte piora por muito tempo, até você conseguir encontrar o caminho de volta àquela liberdade original. Estou tentando desligar a mente consciente e soltar as memórias musculares e todos os sentimentos.”
“Footprints in the Ash” se inspira na paisagem natural da região de Pine Barrens, em Nova Jersey, e Bennett a descreve como “uma caminhada na floresta”. “Eu pensava nas áreas queimadas de Pine Barrens, em Nova Jersey, e na beleza das flores e de suas cores contra o chão de cinzas”, afirma.
Já em “Vermiculite”, fruto do clima de experimentação, o músico usou um vocoder pela primeira vez, o que o ajudou a superar limites que sentia em relação ao próprio canto. “Remover os limites convencionais da minha voz foi muito libertador”, explica. “De repente me livrei de todas as inibições e expectativas que eu tinha criado em torno da minha voz.”
O The War on Drugs também voltou a ser notícia com o single “Who’s That”.


