Robby Krieger, do The Doors, anuncia a morte da esposa, Lynn Krieger
Resumo
- ▪ Robby Krieger, guitarrista do The Doors, anunciou a morte da esposa, Lynn Krieger, aos 79 anos.
- ▪ Lynn morreu em 29 de outubro, em Beverly Hills, um mês antes das bodas de 54 anos do casal.
- ▪ Causa da morte não foi divulgada, e Krieger e John Densmore são os últimos membros vivos da banda.
O guitarrista do The Doors, Robby Krieger, anunciou a morte de sua esposa, Lynn Krieger, um mês antes de o casal completar 54 anos de casamento. Lynn tinha 79 anos.
Krieger, de 80 anos, divulgou a notícia em uma publicação no Instagram do The Doors, em 3 de novembro, com uma foto da esposa. “Sinto muito por não poder compartilhar esta notícia pessoalmente. Depois de mais de 50 anos de amor e casamento, minha esposa Lynn Ann Veres morreu em paz na noite passada, 29 de outubro”, escreveu.
Ele acrescentou: “Waylon [o filho deles] e eu estivemos com ela até o fim. Vou sentir muito a falta dela”. O guitarrista também agradeceu as mensagens de carinho: “Seus pensamentos e orações serão apreciados”.
De acordo com o TMZ, paramédicos foram chamados à casa do casal, em Beverly Hills, pouco antes do meio-dia de 29 de outubro, mas Lynn já havia morrido quando a equipe chegou. A causa da morte não foi divulgada oficialmente, mas há relatos de que ela enfrentava uma doença antiga.
Lynn e Robby se conheceram em 1967, no auge da fama do The Doors, em uma boate de Nova York. Ela havia namorado primeiro o vocalista Jim Morrison, que também se relacionava com Pamela Courson. Robby se interessou por ela quase de imediato, depois que Lynn se mudou para Los Angeles para ficar mais perto de Morrison.
O casamento aconteceu no Natal de 1972. Lynn inspirou o sucesso “Love Her Madly”, lançado no ano anterior.
Em suas memórias de 2021 “Set the Night on Fire”, Krieger escreveu: “Ela é a única pessoa que conheci que me deixa ser eu mesmo, e é por isso que sempre vou amá-la”.
Krieger e o baterista John Densmore são os últimos integrantes vivos da banda, após as mortes de Morrison, em 1971, e de Ray Manzarek, em 2013.


