Sammy Hagar revela qual é seu álbum favorito do AC/DC
Resumo
- ▪ • Sammy Hagar afirmou que "Highway to Hell" é o melhor trabalho lançado pelo AC/DC.
- ▪ • Vocalista elogiou o estilo de Bon Scott e a força da faixa-título do disco de 1979.
- ▪ • Cantor relembrou o primeiro contato com a banda australiana através da canção "Problem Child".
Sammy Hagar compartilhou sua admiração pelo falecido vocalista Bon Scott e aproveitou para revelar qual é o seu disco preferido de toda a discografia dos gigantes australianos. Em uma conversa divulgada pelo canal oficial de Bon Scott no YouTube, o cantor apontou o álbum “Highway to Hell”, de 1979, como o ponto alto do grupo.
“‘Highway to Hell’ foi simplesmente… você tem que admitir que foi o maior disco deles. Não me importa quem você seja. Você precisa reconhecer que isso é uma obra-prima do rock and roll”, declarou Sammy Hagar ao comentar sobre a fase clássica da banda. O músico, que já declarou estar satisfeito com apresentações focadas em sua antiga banda, também teceu fortes elogios à faixa que dá nome ao trabalho.
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Segundo o cantor, a faixa-título é insuperável no estilo. “Não existe música de rock and roll melhor no planeta”, afirmou. “Essa pode ser uma das melhores músicas já escritas em todos os tempos, pelas letras, pela música, por tudo. Isso era o que havia de tão bom em Bon. As letras dele se encaixavam perfeitamente, porque a música é bruta, direta e implacável, e as letras tinham essa agressividade.”
Durante o bate-papo, Sammy Hagar também relembrou a primeira vez em que ouviu o AC/DC no rádio, muito antes de conhecer os integrantes pessoalmente. O momento marcante aconteceu com a execução de “Problem Child”, que imediatamente chamou a sua atenção pela atitude da performance vocal.
“Virei fã do AC/DC instantaneamente. Eu era fã do Bon Scott. Quando ouvi a voz dele pela primeira vez, como cantor, pensei: ‘Esse cara é incrível. Gosto do jeito que ele canta. Ele dá tudo de si’. Ele estava sempre no limite de a voz falhar, a apenas um passo de perder o controle. É como um carro acelerando no limite em uma corrida, quase derrapando a cada curva, e é assim que se vence. Eu realmente gostava disso nele”, explicou.
O vocalista ainda traçou um paralelo entre a sua entrada no Van Halen e a chegada de Brian Johnson ao AC/DC, reforçando como a intensidade inicial do grupo segue incomparável. “Aquele material antigo é incrível e direto ao ponto. Ele cantava deixando os pulmões para fora. Isso é rock and roll”, concluiu.


