Slash conta como formou a banda com Myles Kennedy e os Conspirators
Resumo
- ▪ Slash completa 16 anos de parceria com Myles Kennedy e os Conspirators e lembra como a banda se formou.
- ▪ O novo álbum"Flying Blind", chega em 26 de fevereiro, e a turnê de 2027 passa por Florianópolis, Curitiba, Rio e São Paulo.
- ▪ Slash também volta ao palco com o Guns N’ Roses nos shows com o Aerosmith, a partir de 29 de outubro, no Hollywood Bowl.
Slash chegou aos 16 anos de parceria com Myles Kennedy e os Conspirators e já olha para a marca de duas décadas. O guitarrista lembrou como a formação se encaixou de forma natural, em entrevista ao UCR.
A banda prepara um 2027 cheio de shows no Brasil e no exterior, além de um novo álbum “Flying Blind”, com lançamento marcado para 26 de fevereiro. Os detalhes do disco estão em “Flying Blind”.
“Começou assim mesmo. Eu estava pensando nisso outro dia, porque estamos juntos há cerca de 16 anos”, disse. “Começou só com o Myles. Tivemos uma faísca instantânea naquele primeiro disco solo que eu fiz.”
Ao preparar o álbum “Slash”, de 2010, que reuniu vários convidados, o guitarrista percebeu que Kennedy tinha a voz certa para a variedade de músicas do disco. Faltava então completar a banda.
“Eu procurava bateristas e conheço todos os bateristas de Los Angeles, mas alguém me falou de um cara chamado Brent Fitz, de quem eu nunca tinha ouvido falar”, lembrou. “Ele morava em Las Vegas, então entrei em contato. Ele veio a Los Angeles, a gente tocou junto e ele era o baterista perfeito.”
Fitz também ajudou a preencher a vaga de baixista. “O Brent disse: ‘Conheço um baixista’. Eu respondi: ‘Todo mundo conhece um baixista’. Ele falou: ‘Não, conheço um cara muito bom em Las Vegas, o Todd Kerns’. O Todd veio e foi f****** ótimo. Ele sabia exatamente o que fazer. Tivemos uma química natural desde o início, e começamos a fazer turnê.”
Depois da primeira turnê, Slash soube que tinha encontrado um grupo com quem poderia seguir em novos discos e shows. “Nos divertimos muito e me senti muito confortável, porque sou um músico muito espontâneo ao vivo”, explicou. “Tivemos uma coesão natural, e pensei que devia fazer um disco com esses caras. Foi daí que veio ‘Apocalyptic Love’. Temos uma relação musical muito fácil e simbiótica. Continuamos porque é bom fazer isso.”
O guitarrista Frank Sidoris, também conhecido pelo trabalho com Wolfgang Van Halen e o Mammoth, foi a última peça, e entrou em 2012. “Tivemos uma porta giratória de guitarristas, fizemos testes por alguns dias em Los Angeles e então o Frank apareceu”, contou. “Acho que o Brent e o Todd conheciam o Frank, ou talvez eu o tivesse conhecido. Ele chegou, e o ouvido diz. Você só sabe quando escuta, mas eu ouvi e simplesmente funcionou.”
Slash também volta ao palco com o Guns N’ Roses nos shows “California, Dream On”, com participação do Aerosmith, que começam na quinta-feira (29 de outubro) no Hollywood Bowl. “O Aerosmith é uma das minhas bandas de rock and roll favoritas e teve uma enorme influência sobre mim”, disse ao UCR. “Foi fundamental para eu pegar na guitarra, para começar.”