Alanis Morissette processa ex-empresária por suposta extorsão e ameaças com drogas em aeroporto
Resumo
- ▪ • Alanis Morissette processa Keren Urinov, sua ex-empresária de turnê, por extorsão civil, fraude e deturpação negligente.
- ▪ • Urinov teria ameaçado implicar Morissette em posse de drogas em aeroportos, exigindo um contrato de 15 anos.
- ▪ • Os incidentes teriam ocorrido em 2025, no Reino Unido e Espanha, onde Urinov foi detida com substâncias ilícitas.
Alanis Morissette está processando sua ex-empresária de turnê, Keren Urinov, por extorsão civil, fraude e deturpação negligente. A cantora acusa Urinov de ameaças para implicá-la falsamente em posse e tráfico de drogas em aeroportos, caso Morissette não a contratasse por 15 anos.
A ação judicial foi protocolada na terça-feira (1º de setembro de 2026) em um tribunal federal de Los Angeles. O processo, obtido pela Rolling Stone, descreve Morissette como “vítima de uma campanha calculada de chantagem orquestrada por uma ex-empresária de turnê insatisfeita”.
Segundo o documento de seis páginas, Urinov foi detida para inspeção em um aeroporto do Reino Unido em 2025, enquanto viajava com a equipe de Morissette para um show na Espanha. Urinov teria informado à cantora e a outros que as autoridades britânicas a prenderam e emitiram um aviso de apreensão, alegando que sua bagagem continha maconha e xilazina. Durante o interrogatório, Urinov teria dito aos oficiais de fronteira que a bagagem e seu conteúdo, incluindo as supostas drogas, pertenciam a ela, apresentando uma licença israelense para maconha medicinal antes de ser liberada.
A denúncia detalha que Urinov foi detida novamente na Espanha e, posteriormente, afirmou ter dito aos oficiais de fronteira que a bagagem e as drogas eram suas. Contudo, após o término da turnê, Urinov e seu advogado teriam enviado a Morissette uma série de cartas “cada vez mais extorsivas”, ameaçando processá-la.
Morissette alega que Urinov exigiu que a cantora declarasse às autoridades britânicas que as drogas eram dela ou enfrentaria um litígio. Segundo a queixa, Urinov afirmou que Morissette poderia “encerrar o assunto” oferecendo-lhe um contrato de trabalho de 15 anos em tempo integral, com compensação significativa, aumentos anuais e bônus. Urinov também teria exigido que Morissette contratasse um advogado de imigração para ela.
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Diante da recusa de Morissette às “exigências descaradas”, Urinov e seu advogado teriam respondido com uma carta que supostamente implicava que Urinov acusaria Morissette de tráfico de drogas. Morissette afirma ter movido sua própria ação “relutantemente”, ciente de que “ataques à sua reputação” poderiam surgir, mas acreditando não ter “escolha” para se proteger contra alegações “patentemente frívolas”.
Morissette busca um julgamento por júri, indenização compensatória superior a US$ 75.000 e indenização punitiva.
(Via: Rolling Stone)


