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Andrew Freeman detalha sua demissão do Last In Line

Luis Fernando Brod
Luis Fernando Brod
28 de maio de 2026 5 min de leitura
Glastonbury. Crédito: Joe Maher/Getty Images.
Foto: Divulgação


Resumo

  • Andrew Freeman foi demitido do Last In Line em setembro do ano passado, mas soube publicamente em março, após revelação do baterista Vinny Appice.
  • Freeman, sócio da banda, criticou a decisão como "absurda", apontando seu investimento na composição e a aceitação do público.
  • Ele revelou tensões sobre tocar material do Dio e a falta de compromisso de outros membros, o que o impediu de aceitar outros trabalhos.

Andrew Freeman detalhou sua demissão do Last In Line em uma entrevista ao programa “Trunk Nation With Eddie Trunk” da SiriusXM em 27 de maio. Ele afirmou que foi informado da decisão em setembro do ano passado, mas que a banda nunca fez um anúncio oficial, e a notícia só veio a público em março, após revelação do baterista Vinny Appice.

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Freeman, que se considera sócio da banda, manifestou sua frustração com a forma como foi dispensado, classificando a decisão como “completamente absurda”. Ele destacou que, como um dos membros originais e proprietário do negócio Last In Line, sua saída não é tão simples.

O vocalista também abordou as tensões sobre a execução de material do Dio nos shows. Ele explicou que, ao contrário da percepção pública, foi o guitarrista Vivian Campbell quem inicialmente relutou em tocar músicas do Dio, preferindo focar no material autoral do Last In Line. Freeman, por sua vez, sempre defendeu a inclusão das músicas do Dio para atrair o público.

Freeman revelou que dedicou 50% ou mais à composição das músicas da banda, mas que a falta de uma agenda de shows consistente, devido aos compromissos de outros membros (como Campbell com Def Leppard), prejudicou sua carreira e renda. Ele mencionou ter perdido uma “ótima oportunidade” com Great White por causa dos conflitos de agenda do Last In Line.

Ele criticou a falta de ambição da banda em buscar palcos maiores, apesar do “pedigree” dos membros, e a percepção de que ele não estava interessado, quando na verdade estava frustrado com a inatividade. O vocalista reiterou que o Last In Line não é uma banda tributo ao Dio, mas sim uma banda original formada por ex-membros do Dio que também tocam parte desse repertório. Ele se recusou a mudar sua aparência para se assemelhar a Ronnie James Dio, afirmando que não é um imitador.

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Freeman concluiu que, embora não descarte um retorno, a situação atual afetou negativamente sua carreira e finanças. Ele ressaltou que tem outros projetos que garantem seu sustento, ao contrário da instabilidade do Last In Line.

(Via: Blabbermouth)

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