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Bad Company no Hall da Fama: baterista revela emoções

Luis Fernando Brod
Luis Fernando Brod
10 de novembro de 2025 5 min de leitura
Simon Kirke. Foto: Bob Wolper.
Foto: Divulgação

Bad Company no Hall da Fama do Rock gerou emoções contraditórias para o baterista Simon Kirke durante a cerimônia de indução de 2025, em Cleveland.

Único integrante da formação original a subir ao palco, Kirke contou com Bryan Adams, Nancy Wilson, Joe Perry e Chris Robinson para executar sucessos da banda. O vocalista Paul Rodgers, anunciado inicialmente, desistiu dias antes por questões de saúde, sobretudo dificuldades para voar. “Ele me ligou e disse: ‘Sinto muito, preciso priorizar a recuperação’”, relatou o baterista.

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A ausência mais sentida, porém, foi a de Mick Ralphs. O guitarrista morreu no início do ano, mas soube da conquista pouco antes de falecer. Segundo Kirke, Rodgers ligou para dar a notícia, e Ralphs, sob efeito de medicação, brincou: “Isso significa cachorro-quente grátis?”. “Ele partiu semanas depois, com um sorriso. Foi difícil segurar a emoção lá em cima”, admitiu o músico nos bastidores.

Para preencher o espaço deixado por Rodgers, o próprio vocalista sugeriu Bryan Adams, enquanto a organização convidou Chris Robinson. “Conseguimos dois ótimos substitutos. Claro que eu queria o Paul ali, mas entendo totalmente”, afirmou Kirke, acrescentando que a decisão acabou chamando ainda mais atenção para a homenagem.

Além do Bad Company, a turma de 2025 incluiu Joe Cocker, Warren Zevon e Soundgarden, ampliando o reconhecimento a nomes que marcaram a história do rock.

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