Moby critica administração de Donald Trump como ‘corrupta, maligna e incompetente’

Marcelo Scherer
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Marcelo Scherer
Jornalista, editor-chefe e fundador do portal Disconecta. Aos 46 anos, respira o ecossistema musical cobrindo rock, indie e cultura alternativa. É uma voz ativa no resgate...
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Moby. and President Donald Trump. Arturo Holmes/Getty (L), Alex Wong/Getty (R)
Por que isso importa?

Para os fãs de Moby e para o público que acompanha o ativismo de artistas, esta notícia reforça a posição política consistente do músico. A crítica contundente de Moby à administração de Donald Trump não é novidade, mas a reiteração de sua insatisfação em 2026 mostra a persistência do debate político na cultura pop. É um lembrete de como figuras públicas usam suas plataformas para influenciar o discurso e os eleitores, especialmente em tempos de polarização.


Moby criticou o presidente Donald Trump, classificando sua administração como “a mais corrupta, maligna e incompetente”. O pioneiro da eletrônica, que é um crítico vocal e de longa data de Trump, compartilhou uma mensagem em vídeo nas redes sociais no início desta semana, discutindo o atual cenário político nos Estados Unidos.

“Os EUA estão sendo levados à ruína por uma administração impressionantemente incompetente e corrupta”, escreveu ele na legenda. “Tempos inacreditavelmente sombrios.”

No próprio clipe, Moby explicou àqueles fora dos Estados Unidos que ele e muitas outras pessoas estão tão confusos quanto eles sobre o que está acontecendo no país em 2026.

“Muitos dos meus amigos que moram fora dos Estados Unidos continuam me perguntando: ‘O que diabos está acontecendo nos Estados Unidos?’ E a verdade é que não sabemos”, disse ele. “Os Estados Unidos estão sendo governados pela administração mais corrupta, maligna e incompetente. E ninguém sabe o que está acontecendo. São tempos sombrios nos EUA.”

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Moby se junta a outros músicos como Billie Eilish, Bruce Springsteen, Jack White e Neil Young em críticas a Trump, MAGA e ICE nos últimos meses. Em janeiro, Moby pediu aos seus fãs para “pararem de apoiar as corporações desprezíveis que apoiam Donald Trump e o ICE”. “A questão não é se devemos ficar indignados e horrorizados com o que está acontecendo nos Estados Unidos, mas sim o que vamos fazer a respeito”, afirmou.

Após a histórica segunda vitória eleitoral de Trump no final de 2024, o artista compartilhou alguns conselhos para seus seguidores, chamando a vitória de “terrível” e “uma decisão muito ruim”. Ele acrescentou: “Mas a questão é o que fazemos agora?” Em 2019, Moby relembrou a vez em que ele esfregou seu pênis em Trump muito antes de ele se tornar presidente, após aceitar um desafio de um amigo.

Moby está programado para fazer seu único show em Londres neste verão como parte da série “Labyrinth On The Thames” em 15 de agosto. Isso seguirá seu grande concerto em Brighton Beach em 26 de julho. Outras datas de shows futuras incluem Dublin e vários festivais europeus, como o Rock Werchter na Bélgica e o Mad Cool em Madri.

O astro da eletrônica lançou seu mais recente álbum de estúdio, “Future Quiet”, em fevereiro. Desde então, ele se apresentou no Coachella, doando todos os lucros de sua taxa para organizações de direitos dos animais.

(Via: NME)

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