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Eloy Casagrande explica o real motivo que o levou a ir ao Slipknot

O músico Eloy Casagrande, ex-baterista do SEPULTURA, compartilhou detalhes sobre sua transição para o SLIPKNOT. Após 12 anos com a banda brasileira/americana, Casagrande decidiu se juntar aos icônicos mascarados de Iowa. A entrevista foi dada pelo baterista a Vejinha.

Casagrande revelou que a oportunidade surgiu enquanto o SEPULTURA anunciava sua turnê de despedida de 40 anos. O convite veio do empresário do SLIPKNOT, em dezembro passado. Ele então voou para os Estados Unidos, onde se juntou à banda em ensaios e gravações. “Eles me pediram para gravar e enviar alguns vídeos daqui mesmo do Brasil”, explicou ele em comentários publicados em seu português nativo, mas traduzidos para o inglês por fãs no Reddit . “Inicialmente eram três músicas, depois me pediram mais três, e perguntaram se eu tinha planos de ir para os Estados Unidos, e eu estava programado para me apresentar lá em janeiro com meu projeto de música instrumental, CASAGRANDE & HANYSZ . adiei um pouco meu voo e passei cinco dias em Palm Springs, ensaiando com a banda completa. Aí me pediram para estender minha estadia por mais cinco dias, para podermos gravar algumas coisas, acho que isso também fez parte. audição. Eles lançaram novas ideias para mim para ver como era minha composição. Eles queriam me testar em todos os sentidos.”

Após intensos dias de ensaio, Casagrande foi sujeito a testes abrangentes para avaliar suas habilidades musicais e de composição. Finalmente, em 5 ou 6 de fevereiro, recebeu a confirmação de que tinha sido aprovado como novo baterista do SLIPKNOT.  “Recebi o convite para fazer um teste para o Slipknot depois que a turnê de despedida do Sepultura foi anunciada. A banda ia se separar e eu não queria parar de tocar bateria aos 33 anos. Conversei com o Slipknot, perguntei sobre a agenda deles e se seria possível conciliar as duas bandas, mas eles disseram que não, não seria possível, eu seria exclusivo. Então foi minha decisão deixar o Sepultura. Foi complicado. Eu contei quando fechei o acordo com o Slipknot. Naquele mesmo dia convoquei uma reunião e expliquei a situação. Foi isso, uma decisão individual.”

Para Casagrande, a mudança não foi apenas uma transição musical, mas também um desafio pessoal. Integrar-se a uma banda composta por nove membros exigiu a aprovação e aceitação de todos os envolvidos.

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