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Me chama de gato que eu sou sua, a sofisticação musical de Ana Frango Elétrico

A música brasileira está passando por uma transformação e das boas. Muitos artistas e bandas novas vem surgindo com uma proposta ousada: resgatar a sonoridade dos anos oitenta, mas com um toque de modernidade. E não é diferente com a Ana Frango Elétrico.

Neste seu terceiro disco, ela viaja em sons e influências dos anos 70/80. O que você vai ouvir neste disco é um namoro com o Soul, a Disco Music, o Funk, o Boogie (muito boogie), o Synth Pop, o Lounge, o Jazz e até Samba e Bossa Nova. Uma cozinha maravilhosa, naipes de metais que muitas vezes me lembram o trabalho que Lincoln Olivetti fazia. E se você gosta de Marina Lima, Rita Lee, Curtis Mayfield, Tim Maia, Cassiano, essa praia toda, você é bem vindo a se deliciar com esse disco.

Das dez faixas, duas são assinadas por Ana, quatro são composições dela com parceiros diversos e as outras quatro são parcerias de outros compositores.

Crédito: Divulgação

Para esse trabalho Ana, além da assumir o posto de diretora artística, chamou nomes de altíssimo nível para o projeto que, além de executarem com extrema competência suas ideias musicais, trouxeram uma enorme bagagem musical e contribuição para o todo.

Um álbum que soa atemporal desde seu início, com essa revisitação a sonoridades passadas não só brasileiras, mas internacionais também. O disco foi lançado em conjunto pelos selos Risco (brasileiro), Mr Bongo (inglês) e Think Records (Japão). Destaques para “Electric Fish”, “Nuvem Vermelha”, “Boy of Stranger Things“, “Insista em Mim” e “Dr. Sabe Tudo“.

Um disco que merece a audição completa, desprendida e atenta. Um dos melhores do ano.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

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