Sting afirma que filhos não viverão de sua fortuna: “Vão trabalhar”

Luis Fernando Brod
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Luis Fernando Brod
Publicitário, redator e pesquisador musical com foco em classic rock, hard rock e bastidores da indústria fonográfica. Especialista com mais de 5 anos em resgatar a...
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Sting. Foto: Jeremychanphotography/Getty Images.
Por que isso importa?

Para os fãs de Sting, esta notícia revela um lado prático e determinado do artista. Ela ressalta a forte ética de trabalho que ele valoriza, uma característica que o acompanhou desde seus dias antes do sucesso com o The Police. A declaração reforça a ideia de que o sucesso é fruto do esforço pessoal, e não de uma herança, inspirando o público que acompanha o artista a valorizar a independência e a construção do próprio caminho.


Sting, o renomado cantor e compositor britânico, conhecido por sua carreira solo e como líder do The Police, revelou que seus seis filhos não herdarão sua vasta fortuna. O artista, que já vendeu mais de 100 milhões de discos mundialmente, declarou em entrevista ao CBS Sunday Morning que deseja que seus filhos construam seus próprios caminhos, sem depender de sua carreira para o sustento.

Entre os filhos de Sting estão a musicista Eliot Sumner e a atriz Mickey Sumner. O pai, conhecido por sua dedicação ao trabalho, enviou uma mensagem clara a eles: “Gastei nosso dinheiro, paguei pela educação de vocês, vocês têm sapatos nos pés. Vão trabalhar.”

Defendendo sua posição, Sting afirmou que não vê crueldade em sua atitude. “Acho que há uma gentileza nisso e uma confiança de que eles farão seu próprio caminho. Eles são fortes, meus filhos”, disse o músico, elogiando a “extraordinária ética de trabalho” de todos eles. Ele considera que não exigir que trabalhem seria “uma forma de abuso que espero nunca cometer”.

O artista, de 74 anos, enfatizou seu amor pelo trabalho: “A classe trabalhadora trabalha e quer trabalhar. Sou uma dessas pessoas, adoro trabalhar.” Antes de sua carreira musical, que lhe rendeu 17 prêmios Grammy, Sting relembrou que “trabalhou em um escritório por um tempo, em canteiros de obras, foi para o mar como músico em um navio de cruzeiro, ou lecionou em uma vila mineira, tudo enquanto tocava em bandas”.

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Ele explicou que nunca teve a intenção de se tornar um rockstar em tempo integral. “Eu queria ganhar a vida como músico. E essa ainda é a forma como me defino. Não sou um rockstar”, concluiu. Recentemente, Sting adaptou seu musical, “The Last Ship”, no Metropolitan Opera House. A peça narra a história de uma comunidade de construção naval em Wallsend, no nordeste da Inglaterra, que enfrenta o fechamento iminente do estaleiro.

(Via: Far Out Magazine)

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