Promoções: Receba no seu whatsapp as melhores ofertas de CDs e LPs
Início - Tom Morello diz que fim do Rage Against the Machine e do Audioslave abriu novos caminhos
Notícias

Tom Morello diz que fim do Rage Against the Machine e do Audioslave abriu novos caminhos

5 min de leitura
Tom Morello
Tom Morello — Foto: Divulgação
Resumo
  • ▪ Tom Morello disse à Guitar World que o fim do Rage Against the Machine e do Audioslave abriu novas portas.
  • ▪ O álbum "Everyone Gets Everything They Want" saiu em 25 de setembro, com 12 faixas e participações de Serj Tankian e KNEECAP.
  • ▪ Sobre uma volta do Rage, Morello não deu resposta definitiva e disse que os quatro membros avisarão sobre novidades.

Tom Morello afirma que o fim do Rage Against the Machine e do Audioslave foi decisivo para a carreira que ele construiu depois. Em entrevista à Guitar World, o guitarrista incluiu o término das duas bandas entre quatro reveses que moldaram seu jeito de tocar e compor.

Os outros três são ter abandonado a guitarra na adolescência, ter enfrentado dificuldades com seus equipamentos e ter perdido seu primeiro contrato com uma gravadora. Sobre as duas bandas, ele disse: “Um milhão de janelas se abriram para mim porque essas duas portas se fecharam, levando ao que faço até hoje.”

Antes do Rage, Morello tinha assinado com a gravadora pelo grupo Lock Up. Ele contou que foi dispensado depois de abrir mão do próprio estilo para atender a um produtor. A experiência o levou a parar de fazer música em que não acreditava, decisão que alimentou seus primeiros riffs no Rage.

O álbum mais recente dele, “Everyone Gets Everything They Want”, saiu em 25 de setembro pela Mom + Pop Music. O disco tem 12 faixas, com participações de Serj Tankian e Roman Morello em “Adjourn It”, do KNEECAP em “Unconquered” e do Beartooth em “Everything Burns”.

Roman coassinou cinco músicas, e Morello disse à Guitar World que alguns dos riffs do filho foram difíceis de aprender. Quem quiser ver o clipe de “Everyone Gets Everything They Want” encontra a faixa-título em vídeo.

Nos shows solo, essas músicas dividem espaço com o repertório antigo. Em outra entrevista, à Rolling Stone, publicada no mês passado, Morello explicou que tocar músicas do Audioslave é uma forma de homenagear Chris Cornell em cada apresentação. Riffs do Rage e o trabalho acústico como Nightwatchman também seguem no set.

As apresentações com a Freedom Fighter Orchestra ajudaram a moldar o novo disco. Morello disse que quis captar tanto os riffs pesados da banda quanto as convicções políticas dos shows, após vários anos de turnê juntos.

Sobre o futuro do Rage, ele foi mais cauteloso. Questionado pela Rolling Stone se a banda voltaria a tocar, Morello não deu resposta definitiva: “Se algum dia houver qualquer novidade sobre o Rage Against the Machine, nós quatro avisaremos vocês.”

Autor

  • Marcelo Scherer

    Jornalista, editor-chefe e fundador do portal Disconecta. Aos 46 anos, respira o ecossistema musical cobrindo rock, indie e cultura alternativa. É uma voz ativa no resgate da cultura física como host do podcast e newsletter Papo de Colecionador, dedicado a LPs e CDs. Além de assinar resenhas críticas no site, expande o debate musical no comando dos programas Disconecta na Rádio na Fm Cultura 107,7 de Porto Alegre/RS e Pôr do Som na Sintonia Fm 94.7 de Torres/RS.

    Ver todos os posts
Compartilhe esta matéria:

Relacionados

Deixe seu comentário

Participe da discussão

Seu comentário será analisado pela nossa equipe antes de ser publicado.

RÁDIO
DISCONECTA
Rádio Disconecta