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3 Músicas de Rock dos Anos 90 Que Não Têm Medo de Serem Brutalmente Honestas

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. UNITED KINGDOM – APRIL 19: ROYAL FESTIVAL HALL of Vashti BUNYAN (by James Emmett/Redferns)
Foto: . UNITED KINGDOM – APRIL 19: ROYAL FESTIVAL HALL of Vashti BUNYAN (by James Emmett/Redferns)

Estas três canções de rock dos anos 1990 são brutalmente honestas. São difíceis de ouvir, assim como tenho certeza de que foram dolorosas de escrever. Os roqueiros desta era eram conhecidos por sua franqueza afiada. Quanto mais sombrio se conseguia ser, melhor era uma canção de rock dos anos 1990. Essas faixas são indicativas dessa tendência, aventurando-se nas partes difíceis da vida com uma honestidade inabalável.

“Violet” — Hole

A canção de rock dos anos 1990 do Hole, “Violet”, faz uma análise dura de relacionamentos tóxicos. “When they get what they want / And they never want it again / When they get what they want / And they never want it again” (Quando eles conseguem o que querem / E nunca mais querem / Quando eles conseguem o que querem / E nunca mais querem), dizem as letras cáusticas. Courtney Love era e é conhecida por dizer sua verdade, não importa a reação, e esta música é indicativa disso.

“Go on, take everything / Take everything, I want you to” (Vá em frente, pegue tudo / Pegue tudo, eu quero que você faça isso), ela canta mais tarde na música sobre ser autodestrutiva. Não há nada de simples nas emoções desta canção. Embora muitos compositores queiram que as coisas sejam organizadas e tenham uma perspectiva firme, Love se deleitou com as áreas cinzentas nesta faixa.

“The Freshman” — The Verve Pipe

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O The Verve Pipe mostrou suas cicatrizes em “The Freshman”. “For the life of me, I cannot remember / What made us think that we were wise and we’d never compromise / For the life of me, I cannot believe / We’d ever die for these sins, we were merely freshmen” (Pela minha vida, não consigo me lembrar / O que nos fez pensar que éramos sábios e nunca comprometeríamos / Pela minha vida, não consigo acreditar / Que morreríamos por esses pecados, éramos meramente calouros), dizem as letras desta faixa de rock ousada dos anos 1990. As transgressões juvenis aqui são quase honestas demais para suportar.

“My best friend took a week’s vacation to forget her / His girl took a week’s worth of Valium and slept / And now he’s guilt-stricken, sobbin’, with his head on the floor / Thinks about her now and how he never really wept” (Meu melhor amigo tirou uma semana de férias para esquecê-la / Sua garota tomou uma semana de Valium e dormiu / E agora ele está atormentado pela culpa, chorando, com a cabeça no chão / Pensa nela agora e como ele nunca realmente chorou), dizem as letras mais tarde. É uma história poderosa, embora um pouco perturbadora. Não é qualquer roqueiro que divulgaria essa mensagem.

“Jeremy” — Pearl Jam

“Jeremy” do Pearl Jam é uma história real sobre um suicídio que ocorreu em uma sala de aula. A banda pegou essa tragédia e a transformou, criando este sucesso melancólico do início dos anos 1990. “At home, drawin’ pictures of mountaintops / With him on top, lemon yellow sun / Arms raised in a ‘V’ / And the dead lay in pools of maroon below” (Em casa, desenhando montanhas / Com ele no topo, sol amarelo limão / Braços erguidos em um ‘V’ / E os mortos jazem em poças de marrom abaixo), dizem as letras. Esta música é uma das mais brutais análises de uma psique atormentada em qualquer canção de rock já feita. Para mais sobre a banda, confira a notícia sobre a canção rara que Eric Clapton tocou em Detroit, um exemplo de como a música pode nos conectar com histórias profundas.

(Via: American Songwriter)

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