O diretor Antoine Fuqua, responsável pelo novo filme biográfico “Michael”, compartilhou sua opinião sobre as acusações feitas contra o cantor Michael Jackson durante sua vida. O longa-metragem tem estreia prevista para 22 de abril.
Em entrevista à The New Yorker, Fuqua expressou ceticismo sobre a veracidade das alegações. “Às vezes, as pessoas fazem coisas ruins por dinheiro”, disse o diretor, especulando sobre as motivações por trás das acusações. Ele também mencionou que, “Quando ouço coisas sobre nós — pessoas negras em particular, especialmente em certas posições — sempre há uma pausa”, indicando uma perspectiva sobre como tais alegações são percebidas.
A reportagem da The New Yorker descreveu a visão de Fuqua, afirmando que ele “não está convencido de que Jackson fez o que é acusado de fazer, apesar do número de acusadores (cinco) e do fato de Jackson ter falado publicamente sobre compartilhar sua cama com meninos”. O diretor também demonstrou ceticismo em relação a alguns pais dos acusadores, citando o pai de Evan Chandler, que teria ameaçado “humilhar Jackson além da crença”.
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As acusações contra Michael Jackson incluem o caso de Evan Chandler em 1993, que resultou em um acordo financeiro em 1994. Anos após a morte do artista, em 2013, o coreógrafo Wade Robson e o ex-ator infantil James Safechuck também apresentaram alegações de abuso sexual. O espólio de Jackson nega continuamente todas as acusações.
O filme “Michael” teria passado por regravações custosas para alterar o terceiro ato, após ser constatado que a produção não tinha permissão legal para retratar Jordan Chandler na tela. Recentemente, a filha de Michael Jackson, Paris Jackson, criticou a produção, esclarecendo que não teve envolvimento no filme.
(Via: NME)




