Jack Osbourne defende holograma de Ozzy Osbourne com IA: “Ele aprovaria”
Por que isso importa?
Para os fãs de Ozzy Osbourne e do Black Sabbath, a ideia de um holograma com inteligência artificial pode soar como uma faca de dois gumes. Por um lado, oferece a chance de "interagir" com o Príncipe das Trevas novamente, uma experiência única. Por outro, levanta questões sobre autenticidade e o limite da tecnologia na arte. É um debate que reflete o futuro da música e a preservação do legado de artistas.
Jack Osbourne se manifestou sobre a controvérsia gerada pelo anúncio de um holograma de inteligência artificial de seu pai, Ozzy Osbourne. A família Osbourne revelou a parceria com a Hyperreal para trazer uma versão de IA de Ozzy para unidades Proto Luma no Reino Unido e nos EUA, o que gerou ceticismo entre os fãs do Black Sabbath.
Em uma transmissão ao vivo no YouTube, Jack Osbourne rebateu as críticas, afirmando que o projeto será “de muito bom gosto” e “não será nada chato”.
Ele explicou que a tecnologia envolvida é “muito complexa” e vai além de uma simples conexão com o ChatGPT. “É uma tecnologia de alto nível com a qual vamos trabalhar, e vai parecer muito real”, disse.
Jack também revelou que a ideia já havia sido discutida com Ozzy antes de seu falecimento. “É algo que acho que meu pai gostaria. Nós realmente conversamos sobre fazer algo assim antes que ele falecesse. Então, sim. Eu sei que ele aprovaria”, concluiu.
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Anteriormente, Sharon Osbourne, mãe de Jack, detalhou o projeto, explicando que os fãs poderão “perguntar qualquer coisa a Ozzy, e ele responderá com sua própria voz – e as respostas serão o que Ozzy teria dito”. A intenção é levar a experiência “ao redor do mundo”.
A equipe da Hyperreal já possui experiência com avatares de IA, tendo criado uma versão do lendário quadrinista Stan Lee para a Los Angeles Comic Con no ano passado, onde fãs pagaram 15 dólares para conversar com o holograma.
(Via: Far Out Magazine)



