James Ortiz, voz de “Rocky” em “Project Hail Mary”, será submetido ao Oscar

Marcelo Scherer
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Jornalista, editor-chefe e fundador do portal Disconecta. Aos 46 anos, respira o ecossistema musical cobrindo rock, indie e cultura alternativa. É uma voz ativa no resgate...
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James Ortiz. Ryan Gosling as Ryland Grace in 'Project Hail Mary'. Sony Pictures UK

O ator de voz e mestre de marionetes James Ortiz, responsável pela criação do alienígena “Rocky” no filme de ficção científica “Project Hail Mary”, será submetido à categoria de Melhor Ator Coadjuvante no Oscar. A notícia, divulgada pela Variety, destaca a performance de Ortiz como um dos elementos mais elogiados da produção.

“Rocky”, o alienígena aracnídeo que acompanha Ryan Gosling no filme, ganhou vida através de uma combinação de intrincada manipulação de bonecos e atuação vocal de Ortiz. A Variety afirma que Ortiz é elegível para consideração ao Oscar com base nas regras atuais da Academia. Seu trabalho também se qualifica para os prêmios SAG-AFTRA, que abrangem artistas de marionetes.

No entanto, as regras do Globo de Ouro não o tornariam elegível. Já o Critics Choice Awards e o BAFTA não possuem diretrizes explícitas que o excluiriam, sugerindo uma possível elegibilidade. O BAFTA, inclusive, já nomeou uma performance de voz em animação, a de Eddie Murphy em “Shrek” (2001), para Melhor Ator Coadjuvante.

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Dirigido por Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”, “Anjos da Lei”), “Project Hail Mary” segue Ryan Gosling como um astronauta que acorda em uma estação espacial sem memória de sua missão, descobrindo que foi enviado para o espaço para reverter os efeitos de um fenômeno que está causando a morte do sol, e que não trabalhará sozinho.

Ryan Gosling comentou recentemente sobre uma cena de karaokê no filme, onde sua colega de elenco Sandra Hüller cantou uma música de Harry Styles. “Ah, meu Deus, eu fiquei tão aliviado”, disse Gosling, explicando que a cena não estava no roteiro original. “Tínhamos karaokê ao fundo, mas a cena era apenas uma festa e as pessoas estavam cantando Scorpions ou algo assim. A Sandra estava no camarim dela, ouvi-a cantar e entrei e disse: ‘Você pode cantar assim?’ e ela respondeu: ‘Acho que não’. Eu implorei.”

(Via: NME)

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