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Journey: as 20 melhores ‘deep cuts’ da banda que você precisa conhecer

5 min de leitura
Journey. ’s Deep Cuts: Counting Down the Top 20
Foto: Journey. ’s Deep Cuts: Counting Down the Top 20

Resumo
  • Lista destaca 20 faixas menos conhecidas do Journey, essenciais para entender sua evolução musical.
  • As "deep cuts" revelam as raízes progressivas da banda e sua transição sonora.
  • A seleção inclui momentos chave como a entrada de Steve Perry e a experimentação em diferentes fases.

Embora o Journey seja amplamente conhecido por seus grandes sucessos como “Don’t Stop Believin'”, “Who’s Crying Now” e “Open Arms”, a banda possui um vasto catálogo de músicas menos exploradas que foram cruciais para sua evolução. Um levantamento recente mergulha no universo musical do grupo para destacar as 20 melhores “deep cuts”, ou faixas não-singles, que moldaram sua trajetória.

A lista, elaborada por Nick DeRiso, autor da biografia “Journey: Worlds Apart”, revisita canções que, apesar de não terem alcançado o topo das paradas, foram fundamentais para a identidade sonora da banda ao longo de mais de uma dúzia de álbuns de estúdio. Essas faixas revelam as raízes progressivas e a capacidade de experimentação do Journey, muito além dos hits radiofônicos.

Entre as faixas destacadas está “Kohoutek”, de 1975, presente no álbum de estreia “Journey”. Este instrumental serve como uma ponte entre o som que Gregg Rolie e Neal Schon criaram no Santana e o que viria a ser o Journey. A canção foi concebida durante os primeiros ensaios da banda, coincidindo com a aproximação de um cometa de mesmo nome à Terra, conforme detalhado pela Smithsonian Magazine. Neal Schon descreveu essas raízes como “blues fusion, e um pouco de jazz”.

A era de Steve Augeri também é revisitada com “Faith in the Heartland”, de 2005, do álbum “Generations”. A faixa foi uma tentativa de evocar o sucesso de “Don’t Stop Believin'”, destacando a performance visceral de Augeri. Contudo, o álbum não obteve o sucesso esperado, e Augeri deixou a banda após dois álbuns, com algumas de suas músicas sendo regravadas por Arnel Pineda para o disco “Revelation”, de 2008.

A chegada de Steve Perry é um ponto de virada crucial, e a lista ressalta “Patiently”, de 1978, do álbum “Infinity”, como sua primeira colaboração com Neal Schon. A música foi composta em cerca de 45 minutos em um quarto de hotel, marcando um momento decisivo para Schon, que inicialmente estava inseguro sobre a entrada de Perry na banda.

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Outra faixa que ilustra a evolução do grupo é “Do You Recall”, de 1979, do álbum “Evolution”. Esta canção é apontada como uma fusão perfeita do som inicial mais pesado do Journey com o estilo reminiscente e ensolarado de Steve Perry, com os vocais empilhados do produtor Roy Thomas Baker impulsionando a ponte para novas alturas, antecipando a sonoridade dos anos 80.

A lista “Journey’s Deep Cuts: Counting Down the Top 20” oferece uma perspectiva aprofundada sobre a discografia da banda, revelando a riqueza e a complexidade de suas composições para além dos clássicos que definiram sua carreira. O autor Nick DeRiso, em seu livro Journey: Worlds Apart, detalha a trajetória e as nuances por trás dessas escolhas musicais.

(Via: Ultimate Classic Rock)

Leia mais: Journey Rock
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