“Michael” – Cinco músicos que DEVERIAM estar na cinebiografia
Michael, indo contra todas as ideias dos críticos “especializados”, está sendo um dos ápices cinematográficos não só do ano, mas da história das biografias que ganharam a telona.
Só nas primeiras seis horas em que o teaser trailer foi lançado acabou recebendo 30 milhões de visualizações. Em 24 horas foram 116,2 milhões. Além disso, já se tornou a maior estreia de uma cinebiografia de todos os tempos, a maior estreia da Lionsgate desde 2015, o maior índice de aprovação do público para uma cinebiografia musical, com 97%. E quer mais? Primeira cinebiografia da história a ultrapassar 100 milhões de dólares em um único dia globalmente.
Já se passaram mais de 15 anos do falecimento (ou não, depende da sua crença) de Michael Jackson e ele continua sendo relevante, ou melhor dizendo: o Rei do Pop!
A trilha sonora então se esbanja nos sucessos como Thriller, Billie Jean, Bad, Beat It. Contudo, diante de uma discografia que vem desde a época do The Jackson Five, The Jacksons até a solo, há clássicos que sim deveriam estar presentes na trama, nem que fossem de fundo de cena.
Confira abaixo cinco faixas que não poderiam ter sido deixadas de lado:
Blame It On The Boogie – Destiny (1978)
Uma das mais cativantes do catálogo do Jacksons, abre o álbum Destiny, o décimo terceiro da banda, já com o nome trocado depois de uma briga com a Motown que processou a banda por quebra de contrato e que resultou na mudança.
Fala se isso na telona não teria sido fenomenal. Blame It On The Boogie é um dos ápices da genialidade do grupo.
Got To Be There (1972)
Primeiro single solo de Michael, alcançou o topo das paradas pop e R&B, trazendo um dos arranjos pop com elementos de soul e soft rock mais bem orquestrados de sua vida.
A faixa pega tanto no emocional que é possível sentir nos agudos a total pureza de Michael. De todas as faixas, pelo marco, essa deveria estar com toda a certeza. Futuramente ainda receberia as versões pelo The Miracles, Chaka Khan, George Benson e Boyz II Men.
Mas, nenhuma chega aos pés da original.
P.Y.T. (Pretty Young Thing) – Thriller (1982)
James Ingram e Quincy Jones assinando a faixa e foi o sexto single de Thriller. A inspiração: As lingeries de Peggy Lipton, ex-esposa de Quincy Jones, com as inscrições “P.Y.T.” estampadas.
Thriller é lendária. Billie Jean e Beat It são os carro chefe do álbum. Mas P.Y.T. merece toda a relevância, assim como as três recebem sempre que o álbum é citado. DUVIDO você ouvir e não se mexer.
Off The Wall
A faixa título, do álbum que ainda tem quem ache ser o primeiro solo de Michael, fala sobre superar problemas. O problema inicial era sobre quem iria gravá-la, já que foi inicialmente oferecida a Karen Carpenter para o seu álbum solo, e ela recusou.
E ainda bem! Não tem como imaginar Off The Wall sem toda a levada que Michael e Quincy realizaram. A Karen era maravilhosa, mas não combina.
Rock With You
COMO QUE ISSO NÃO ESTÁ NA TRILHA SONORA?!
Um despautério desenfreado. É um sacrilégio, insulto, heresia, tolice, profanação, fazer qualquer produção que for sobre Michael Jackson sem colocar Rock With You. Seja a versão com palmas ou sem, um erro que é inadmissível na escolhas das músicas.
Sendo honesto, poderiam tirar Ben e Who’s Lovin You ou até Wanna Be Startin’ Somethin’. Mas, deixar logo essa de fora é como jogar um balde de água gelada quando você está no auge de um maior desejo.



