Desde o lançamento de “Hybrid Theory” em 2000, o Linkin Park se tornou símbolo de uma era. O álbum, com hits como “In the End” e “Crawling”, vendeu mais de 30 milhões de cópias globalmente, consolidando o grupo como líder do nu metal. Formado em 1996 na Califórnia sob o nome Xero, a banda enfrentou desafios antes de estourar nos anos 2000.
A morte do vocalista Chester Bennington em 2017 abalou fãs e músicos, colocando um ponto de interrogação no futuro do grupo. Após anos de silêncio, os integrantes anunciaram shows com o vocalista convidado Emily Armstrong, do grupo Dead Sara, em 2023. A turnê, que passará pelo Brasil em 2024, marca o início de uma nova fase.
No dia 23 de abril, o livro “It Starts With One: A Lenda e o Legado do Linkin Park”, de Jason Lipshutz, chega às lojas. A obra detalha a ascensão da banda, conflitos internos e a reinvenção após a tragédia. “Eles nunca tentaram substituir Chester, mas honrar sua memória”, destaca Lipshutz em entrevista exclusiva.
O retorno do Linkin Park revive debates sobre sua influência na música moderna. Enquanto fãs aguardam novas músicas, a biografia promete revelar histórias inéditas de bastidores, como a gravação de “Meteora” em 2003 e parcerias com artistas como Jay-Z.
A trajetória do grupo mistura sucesso estrondoso, crises criativas e resiliência. Com a turnê e o livro, o legado de Chester Bennington e companhia segue vivo, provando que a história do Linkin Park ainda está sendo escrita.
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