Bruce Springsteen usou um set surpresa no Light of Day WinterFest, em Red Bank, Nova Jersey, para pedir que a Agência de Imigração e Alfândega (ICE) “saia de Minneapolis”.
Ao lado de Joe Grushecky & the Houserockers e do convidado Gary U.S. Bonds, o músico introduziu “The Promised Land” lembrando que a canção foi escrita como “um tributo à possibilidade americana”. Em seguida, declarou que os ideais do país “nunca estiveram tão ameaçados” e conclamou o público a defender democracia, liberdade e respeito à lei.
“Se você é contra tropas federais mascaradas invadindo uma cidade americana”, afirmou, “mande um recado: a ICE deve sair de Minneapolis”. O apelo veio poucos dias depois da morte de Renee Good, mãe de três filhos, baleada em 7 de janeiro por Jonathan Ross, agente da ICE em Minnesota. O caso desencadeou protestos em diversas partes dos Estados Unidos.
Springsteen criticou novamente Donald Trump, repetindo que o mandato do ex-presidente coloca o país “nas mãos de uma administração corrupta e incompetente”. Durante a turnê europeia de 2024, o artista já introduzia “Land of Hope and Dreams” com mensagem semelhante.
Trump respondeu em sua rede Truth Social, chamando Springsteen de “superestimado” e “sem talento”, além de atacá-lo por apoiar o presidente Joe Biden. Apesar das críticas, o roqueiro mantém a postura pública contra políticas que considera contrárias aos valores americanos celebrados em sua obra.




