A atriz revelou no podcast “Good Hang”, de Amy Poehler, que perdeu um papel logo depois de tornar público o divórcio do cantor Chris Martin, em 2014, por receio do estúdio diante da reação negativa da imprensa.
Paltrow contou que o distribuidor do longa considerou o tema “quente demais” e preferiu dispensá-la: “Eu estava me divorciando e, de quebra, fui demitida, o que foi ótimo”, ironizou. O termo “conscious uncoupling”, cunhado pela socióloga Diane Vaughan nos anos 1970, virou fenômeno pop quando o casal anunciou o fim do casamento de sete anos.
Em 2017, a vencedora do Oscar admitiu entender quem achou a expressão “cafona”, mas manteve a defesa da ideia. No podcast, ela explicou que propostas para um divórcio menos conflituoso incomodaram quem viveu separações traumáticas: “As pessoas sentem que alguém está dizendo que elas fizeram algo errado, o que não é a intenção”, observou.
A atriz também lembrou que, em 2018, ainda se surpreendia com o tamanho da repercussão. Apesar do contratempo profissional, Paltrow retomou a carreira e hoje integra o elenco de “Marty Supreme”, filme sobre o lendário mesa-tenista Marty Reisman, ao lado de Timothée Chalamet.



