Mick Mars contesta decisão judicial a favor do Motley Crue

Luis Fernando Brod
2 minutos de leitura
Mick Mars / Mötley Crüe. Crédito: Reprodução/Facebook.

Mick Mars afirmou, via advogado, que a sentença arbitral que consolidou sua saída da banda é “horrível” e “injusta”.

Mars entrou com a ação depois de abandonar as turnês em 2022 devido à espondilite anquilosante. Na época, declarou que ainda poderia compor, gravar e fazer apresentações pontuais, mas alegou ter sido retirado da sociedade e ter sua participação nos lucros reduzida de 25% para 5%.

O árbitro, um juiz aposentado, decidiu que Nikki Sixx, Tommy Lee e Vince Neil tinham direito de destituí-lo dos cargos de diretor e executivo da Motley Crue Inc. Como consequência, Mars deve devolver US$ 750.030 de um adiantamento por não cumprir dezenas de shows e vender sua cota na empresa aos ex-colegas por cerca de US$ 506 mil, restando dívida aproximada de US$ 244 mil.

O advogado Ed McPherson declarou à Rolling Stone que a banda “nunca foi justa” com o músico e estuda recorrer: “Precisamos decidir se vamos contestar. Ele está cansado do Motley Crue”.

Em comunicado, a defesa do grupo celebrou a vitória, dizendo que o resultado preserva “a integridade” do Motley Crue. Mars, 74 anos, foi substituído por John 5 e lançou em 2024 o álbum solo “The Other Side of Mars”. Segundo o representante, novos projetos fora da antiga banda permanecem nos planos do guitarrista.

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