O tribunal negou o pedido do principal investigado para excluir materiais recolhidos durante uma busca realizada à noite.
Segundo documentos judiciais, o réu argumentou que o mandado executado fora do horário comercial violaria normas processuais e tornaria as evidências inválidas. A corte concluiu que a operação cumpriu todos os requisitos legais, preservando a coleta de objetos e arquivos que podem ser usados no julgamento.
A defesa sustentou que a decisão de autorizar a diligência após o anoitecer teria sido excessiva. Os procuradores rebateram, afirmando que a urgência da investigação sobre o assassinato de Tupac Shakur, ocorrido em 1996, justificava a medida. O juiz concordou com o Ministério Público, destacando que não houve ilegalidade nem abuso de poder.
Com a manutenção das provas, o caso segue para as próximas etapas processuais. A promotoria planeja apresentar o material em futuras audiências, enquanto os advogados do suspeito avaliam novas estratégias para contestar a acusação.




