Suspeito do assassinato de Tupac perde recurso de prova

Marcelo Scherer
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Duane “Keffe D” Davis. Crédito: Steve Marcus-Pool/Getty Images.

O tribunal negou o pedido do principal investigado para excluir materiais recolhidos durante uma busca realizada à noite.

Segundo documentos judiciais, o réu argumentou que o mandado executado fora do horário comercial violaria normas processuais e tornaria as evidências inválidas. A corte concluiu que a operação cumpriu todos os requisitos legais, preservando a coleta de objetos e arquivos que podem ser usados no julgamento.

A defesa sustentou que a decisão de autorizar a diligência após o anoitecer teria sido excessiva. Os procuradores rebateram, afirmando que a urgência da investigação sobre o assassinato de Tupac Shakur, ocorrido em 1996, justificava a medida. O juiz concordou com o Ministério Público, destacando que não houve ilegalidade nem abuso de poder.

Com a manutenção das provas, o caso segue para as próximas etapas processuais. A promotoria planeja apresentar o material em futuras audiências, enquanto os advogados do suspeito avaliam novas estratégias para contestar a acusação.

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