Phil Ehart, do Kansas, lança autobiografia com histórias inéditas
Resumo
- ▪ O baterista e co-fundador do Kansas, Phil Ehart, lançou sua autobiografia "I Am Phil", detalhando sua vida e a trajetória da banda.
- ▪ O livro aborda um ataque cardíaco recente de Ehart, além de encontros com Jim Morrison (Doors), Janis Joplin e Jerry Garcia.
- ▪ A obra oferece uma perspectiva pessoal sobre a longevidade do Kansas, a importância da música e a evolução da banda ao longo de 50 anos.
O baterista e co-fundador do Kansas, Phil Ehart, lançou sua aguardada autobiografia, intitulada “I Am Phil”. A obra, escrita em parceria com Paul Braoudakis e publicada pela Whirlwind Publishing House, detalha a vida do músico e a trajetória da banda, revelando histórias inéditas e momentos pessoais.
O livro de 335 páginas aborda desde a formação do Kansas até sua experiência como manager do grupo desde 1990. Ehart compartilha relatos como a participação de uma formação inicial da banda no último concerto dos Doors com Jim Morrison, em dezembro de 1970, em Nova Orleans, além de encontros com Janis Joplin e uma aventura com Jerry Garcia.
A decisão de escrever o livro veio após um ataque cardíaco quase fatal em fevereiro de 2024. Ehart, que esteve afastado da bateria para recuperação, foi incentivado por sua filha e pelo co-autor a documentar suas memórias para a família. A obra também explora a vida familiar do músico e a batalha de seu filho, Noah, contra o autismo.
Sobre o processo de escrita, Ehart mencionou a colaboração com Braoudakis, que visitava Atlanta para reuniões e conversas. A esposa de Ehart, Laurie, ajudou a reunir fotos e objetos antigos, enquanto outros membros do Kansas, como Richard Williams e Dave Hope, verificaram as histórias.
O baterista destacou que o livro é “minha história” e não apenas a da banda, embora seja impossível separar os dois. Ele expressou orgulho pelas conquistas do grupo e pela devoção dos fãs, conhecidos como “Wheatheads”, que mantiveram o Kansas relevante por mais de 50 anos.
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Ehart também reflete sobre a capacidade do Kansas de continuar com membros diferentes ao longo dos anos, enfatizando que “a música é a estrela do show” e que a banda sempre manteve um alto padrão musical. A espiritualidade, especialmente através das letras de Kerry Livgren, também é abordada como um fio condutor em várias músicas do grupo, como “Dust in the Wind”, “The Wall” e “Hold On”.
(Via: Ultimate Classic Rock)



