Michael Kiske revela que próximo álbum do Helloween já está praticamente pronto
O vocalista Michael Kiske revelou, em entrevista ao canal brasileiro Rock Mania, que o Helloween já concluiu cerca de 90% de seu próximo álbum de estúdio. O músico também relembrou o processo de composição de “Giants & Monsters”, lançado em agosto de 2025. Além disso, afirmou que a atual fase da banda foi muito mais natural no processo de composição do que no início da reunião da formação estendida.
Ao falar sobre a comparação entre os dois últimos álbuns, Kiske enfatizou que o trabalho fluiu com mais facilidade. “Foi muito mais fácil do que o anterior. Estamos juntos novamente há vários anos, então aquelas inseguranças do começo já não existem mais. Acho que o último disco foi mais orgânico de certa forma”, disse.
O cantor revelou que a banda tinha músicas demais para escolher. “Não foi nada fácil decidir quais entrariam no álbum. E eu diria que já temos pelo menos 90% do próximo disco prontos. Não vai demorar muito. Isso mostra o quanto a banda é criativa e produtiva.”
Kiske também contou que raramente volta a ouvir seus próprios trabalhos depois que eles são finalizados. Durante uma viagem de avião para compromissos em festivais, decidiu revisitar os dois álbuns gravados desde seu retorno ao grupo e teve uma impressão bastante positiva.
“Sou o tipo de pessoa que, quando termina alguma coisa, normalmente não volta mais a escutar. No álbum Helloween, o primeiro dessa nova fase, e também em ‘Giants & Monsters’, eu só ouvi durante a etapa de mixagem. Depois disso, nunca mais escutei. Agora, enquanto estávamos viajando para os festivais, ouvi os dois discos no avião e tive uma impressão completamente nova. Gostei muito deles”, afirmou.
O vocalista acrescentou que essa distância em relação às gravações permite ouvir o material quase como um fã, sem estar preso ao processo de produção. Para ele, isso evidencia como o grupo conseguiu seguir em frente sem apenas repetir fórmulas do passado.
“Acho perfeito quando você passa um bom tempo sem ouvir um disco. É quase como se você estivesse ouvindo como um fã. E eu fiquei empolgado. O material continua relevante. Não estamos apenas copiando aquilo que fizemos no passado. Existe uma nova atmosfera, uma energia interessante e muita criatividade. Gosto dos dois álbuns, mas acho que o segundo é um pouco mais orgânico. Ele não é tão carregado quanto o primeiro que fizemos.”


