Por que isso importa?
Para os fãs de witch-house e para o público que acompanha o Salem, o lançamento surpresa de "Red Dragon" é um acontecimento notável. Após um hiato de seis anos e a saída de uma membro fundadora, a banda demonstra resiliência e uma nova fase. A duração extensa e o grande número de faixas sinalizam uma obra ambiciosa, que pode redefinir sua sonoridade e o lugar do gênero no cenário atual da música alternativa.
O grupo Salem pegou os fãs de surpresa ao lançar um novo álbum intitulado “Red Dragon”. A novidade foi divulgada ontem, quinta-feira (14 de maio), sem qualquer aviso prévio, marcando o primeiro trabalho da banda de Michigan em seis anos.
O disco sucede “Fires In Heaven”, de 2020, e é o primeiro lançamento desde a saída de Heather Marlatt, membro fundadora da banda de witch-house em 2006. Atualmente, o Salem é formado pela dupla Jack Donoghue e John Holland.
Com quase duas horas de duração, “Red Dragon” é composto por 31 faixas. Entre os títulos de músicas estão “Lucy Fur”, “Withoutu”, “Salt Lick”, “Piggyhog”, “Every Mothers Son” e outras. De acordo com a Pitchfork, algumas das canções, incluindo a faixa-título, parecem contar com os vocais de Marlatt.
O álbum anterior do Salem, “Fires In Heaven”, de 2020, foi o primeiro desde o álbum de estreia “King Night”, de 2010, e veio após um hiato de quase uma década.
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O álbum de estreia, “King Night”, recebeu uma avaliação de quatro estrelas e meia quando foi lançado, com a NME escrevendo que o trabalho era “doentio” e “monumental”, destacando sua sonoridade única.

Salem – Red Dragon
Lucy Fur
Withoutu
Salt Lick
Piggyhog
Every Mothers Son
e mais
(Via: NME)




