Taylor Kirk, líder do Timber Timbre, morre aos 44 anos

Luis Fernando Brod
Por
Luis Fernando Brod
Publicitário, redator e pesquisador musical com foco em classic rock, hard rock e bastidores da indústria fonográfica. Especialista com mais de 5 anos em resgatar a...
3 minutos de leitura
Taylor Kirk. Crédito: Reprodução

Taylor Kirk, a mente criativa por trás da banda canadense Timber Timbre, faleceu aos 44 anos. A notícia foi confirmada por um representante do músico, que informou que Kirk morreu subitamente em 14 de abril. A causa da morte não foi divulgada.

“Taylor William Kirk, de 44 anos, de Orono, faleceu subitamente em 14 de abril”, disse o representante à Exclaim. “Estamos arrasados com a profunda perda de Taylor e sentiremos sua falta imensamente. Filho amado de Donna e David, irmão de Caley e Emma, tio de Arden, parceiro de Linda, sobrinho de Steve, Arlene, Randy e Les. Sua memória viverá através de sua música, que temos a sorte de ter para o resto de nossas vidas.”

Kirk iniciou o projeto Timber Timbre em 2005, lançando o álbum de estreia “Cedar Shakes” em 2006. O projeto, inicialmente solo, evoluiu para uma banda colaborativa, permitindo a Kirk desenvolver sua escrita musical.

Leia Também:

O álbum homônimo “Timber Timbre”, de 2009, recebeu grande reconhecimento e foi indicado ao Polaris Music Prize, o equivalente canadense do Mercury Music Prize. O quarto e o quinto discos da banda também foram selecionados para o prestigiado prêmio.

O último álbum do Timber Timbre, “Lovage”, foi lançado em 2023. A última turnê da banda ocorreu pela Europa no início de 2025.

Em uma entrevista de 2015 ao Ottawa Shoebox, Kirk falou sobre sua vida antes da música. “Eu tocava em algumas bandas de amigos. Fui para a escola de arte. Eu fazia filmes. Comecei a fazer música para filmes. Eu tocava bateria para outras pessoas. Timber Timbre era um projeto solo antes de eu compartilhá-lo com qualquer um.”

Ele também mencionou um trabalho anterior: “Naquela época, meu último emprego foi como legendador para cinema e televisão. É um trabalho muito estranho, muito peculiar, mas me dava muita liberdade para fazer turnês no sul de Ontário, Buffalo e Quebec.” Sobre suas influências, Kirk revelou: “Meus pais tinham uma coleção de discos muito boa e quando eu era jovem encontrei Led Zeppelin e Pink Floyd lá. Eu realmente não consigo me afastar do Pink Floyd.”

(Via: Far Out Magazine)

Compartilhar esse artigo
Nenhum comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *