Jack White presta tributo a Dolly Parton com performance de “Jolene” em Londres
Resumo
- ▪ Jack White homenageou Dolly Parton com uma performance de "Jolene" em Londres.
- ▪ A apresentação aconteceu após a morte da artista de 80 anos.
- ▪ Foi a primeira vez que White tocou a música em 19 anos, desde os tempos de White Stripes.
Jack White homenageou a cantora Dolly Parton com uma performance da clássica “Jolene” durante seu show em Londres na terça-feira (23 de agosto). O tributo ocorreu no Eventim Apollo, após a notícia da morte de Parton, aos 80 anos, no início do mesmo dia.
A morte de Parton gerou uma onda de homenagens de músicos e fãs, celebrando sua carreira e conquistas filantrópicas. Jack White, um admirador de longa data, publicou uma simples homenagem no Instagram, dizendo “Santidade instantânea”, acompanhada de uma imagem da artista country.
No palco, após iniciar seu show com o single “That’s How I’m Feeling” e o clássico do White Stripes “Dead Leaves and the Dirty Ground”, White surpreendeu a plateia ao tocar “Jolene” pela primeira vez em 19 anos.
Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra White interpretando a canção. Em um momento, ele aponta para o céu e junta as mãos, como em uma oração de agradecimento a Parton.
De acordo com o Setlist.fm, a última vez que White havia performado “Jolene” em um concerto foi em 2007, durante um show do White Stripes no Madison Square Garden. Ele nunca havia tocado a faixa em sua carreira solo até esta ocasião.
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A conexão de Jack White com “Jolene”
Parton lançou a música em 1974. Anos depois, o White Stripes deu sua própria versão à melodia, lançando-a como lado B do single “Hello Operator” e tornando-a um pilar de seus shows ao vivo. Parton descreveu a interpretação da banda como “maravilhosa”.
White foi atraído por “Jolene” mesmo antes de se tornar músico. Ele relembrou à NPR em 2008: “Eu achei que era um nome interessante quando comecei a ouvir essa música na adolescência. E acho que mais tarde, como compositor, comecei a pensar em nomes que começam com ‘J’, que poderiam ser usados quase de forma acusatória, como Jezebel… Jolene.”
(Via: Ultimate Classic Rock)



