Amy Winehouse voltou ao centro das atenções após Blake Fielder-Civil, ex-marido da cantora, afirmar que os dois tiveram os telefones hackeados enquanto estavam juntos.
Em participação no podcast “We Need to Talk”, Fielder-Civil relembrou o período em que foi casado com Winehouse, de 2007 a 2009, fase marcada por dependência química dos dois e por sua passagem pela prisão por furto. Ele contou que, anos depois, foi interrogado pela polícia sobre grampos telefônicos: “Disseram que monitoravam nossas ligações, o que ainda acho absurdo”, comentou.
Segundo o britânico, a vigilância constante da imprensa contribuiu para que o casal recorresse cada vez mais às drogas. “Havia fotógrafos do lado de fora da janela o tempo todo. Isso nos fez fechar o círculo e, somado às drogas, a rotina de uso diário se instalou rápido”, relatou.
Fielder-Civil também falou sobre a morte da cantora em 2011, causada por intoxicação alcoólica acidental. Ele disse ter recebido a notícia enquanto cumpria pena em HMP Leeds e que, no primeiro momento, imaginou ser um boato. Chorou ao confirmar o falecimento de quem descreveu como “parte enorme” de sua vida.
O ex-marido reconheceu ter apresentado heroína a Winehouse, mas ressaltou que ela já usava cocaína antes do relacionamento. Ele elogiou os filmes “Amy”, de Asif Kapadia, e “Back to Black”, de Sam Taylor-Johnson, por não o retratarem como vilão, diferentemente do que viu na mídia durante os anos 2000.



