Documentário do Iron Maiden traz conteúdo nunca visto, chegando aos cinemas em exibição limitada a partir de 7 de maio de 2026, e o guitarrista Adrian Smith garante que os fãs verão detalhes inéditos da trajetória da banda.
Em conversa com Gastão Moreira, do canal brasileiro Kazagastão, Smith afirmou ter assistido a “Iron Maiden: Burning Ambition” e dito que, apesar do desconforto de se ver na tela grande, aprovou o resultado. “Há coisas que nunca vieram a público e o filme aprofunda vários tópicos”, explicou o músico.
Dirigido por Malcolm Venville e produzido por Dominic Freeman, o longa cobre cinco décadas de atividades do grupo fundado em 1975 no leste de Londres. Além de depoimentos dos integrantes, o filme traz comentários de admiradores como Javier Bardem, Lars Ulrich e Chuck D, que discutem a influência do Iron Maiden na música e na cultura pop.
A estreia coincide com a turnê mundial “Run For Your Lives”, iniciada em 2025 para celebrar meio século de carreira. O giro inclui mais de 50 apresentações até 2026, entre elas o evento especial EddFest, em Knebworth Park, Inglaterra, marcado para 11 de julho.
No mesmo período, a banda lançou o livro “Iron Maiden: Infinite Dreams – The Official Visual History”. Smith destacou o valor histórico das fotos dos anos 80 e dos diários do baixista Steve Harris, que registram cachês modestos gastos em cordas de guitarra e combustível.
Com 17 álbuns de estúdio, mais de 100 milhões de discos vendidos e quase 2.500 shows em 64 países, o Iron Maiden reforça sua relevância com o documentário, que pretende oferecer uma visão aprofundada e, segundo Smith, “divertida de assistir” da longa jornada do grupo britânico.



