Harry Styles contou que se sentiu “muito sozinho” quando deixou de dividir o palco com os ex-colegas do One Direction e iniciou carreira solo em 2016.
Em entrevista à revista The Sunday Times Magazine, o cantor lembrou que a presença de Niall Horan, Zayn Malik, Louis Tomlinson e do saudoso Liam Payne servia como escudo. “Com mais quatro pessoas, há muito espaço para se esconder”, afirmou. Sem o grupo, teve de aprender a lidar com a atenção individual. “Nas primeiras apresentações pensei: o que faço com as mãos?”
Styles também admitiu ter colocado pressão extra sobre si mesmo durante a produção do primeiro álbum, lançado em 2017. Desejava experimentar sonoridades diferentes, mas temia decepcionar quem apostava no sucesso do trabalho.
Agora, aos 32 anos, ele se prepara para lançar o quarto disco, “Kiss All The Time. Disco, Occasionally.”, que chega em 6 de março. Antes da data, fãs em 40 cidades participarão de audições exclusivas que incluem o single “Aperture”, gravado com Ellie Rowsell, do Wolf Alice, e inspirado no LCD Soundsystem.
A promoção do álbum ganhará reforço da turnê “Together, Together”, que passará por sete cidades. O itinerário prevê 12 noites no Wembley Stadium, em Londres, e 30 apresentações no Madison Square Garden, em Nova York. No Reino Unido, cada ingresso renderá £1 ao fundo LIVE, voltado a casas de shows independentes.
A procura é alta: até 250 mil pessoas tentaram comprar bilhetes para cada data britânica. O preço das entradas motivou comentário irônico de Malik durante show em Las Vegas. Para compensar, Styles marcou única apresentação no Manchester Co-Op Live Arena com valor fixo de £20.



