Kid Rock afirmou que não dublou durante o Turning Point USA’s All-American Halftime Show, realizado paralelamente ao Super Bowl, e ainda contestou a escolha de Bad Bunny para o intervalo oficial.
Em entrevista ao programa The Ingraham Angle, da Fox News, na noite de 9 de fevereiro, o cantor admitiu que a performance foi pré-gravada, mas atribuiu o descompasso percebido pelo público a problemas de sincronização. Ele citou a faixa “Bawitdaba” como o trecho mais afetado e explicou que seu DJ, responsável por interagir nos versos, não recebeu iluminação adequada, dificultando o ajuste do áudio. “Eu avisei: ‘Vocês precisam acertar a sincronização’”, relatou.
As críticas surgiram após o show alternativo, destinado a apoiadores de Donald Trump, gerar rumores de dublagem completa. Rock reforçou que “foi apenas uma questão técnica” e disse confiar nos esforços da produção para corrigir o erro.
Depois de defender sua apresentação, o músico mirou Bad Bunny, que comandou o espetáculo oficial do Super Bowl cantando exclusivamente em espanhol. “Como muita gente, eu não entendi nada”, declarou, chamando o show de “não é a minha praia”. Segundo ele, a responsabilidade recai sobre a NFL por colocar o artista porto-riquenho “nessa posição” e sobre a Turning Point por precisar oferecer “uma alternativa” ao público conservador. “Pobre garoto”, resumiu.
Bad Bunny encerrou sua performance exibindo no telão a frase “The only thing more powerful than hate is love”. O ex-presidente Donald Trump também atacou o show, classificando-o como “terrível” e “um tapa na cara da América”.




