Reunião do Guns N’ Roses alcança US$ 1 bi e 340 shows começou em 1º de abril de 2016, no Troubadour, em West Hollywood, quando Axl Rose, Slash e Duff McKagan dividiram o palco pela primeira vez após 23 anos.
O reencontro, batizado de Not in This Lifetime Tour, sobreviveu a um contratempo logo na estreia: Rose fraturou o quinto metatarso do pé esquerdo ao cair de um monitor, mas manteve todas as datas usando o “trono” emprestado por Dave Grohl. Desde então, a banda realizou mais de 340 apresentações, número que chegará a 346 em 1º de abril de 2026, em Porto Alegre.
Segundo dados compilados pela UCR a partir do site setlist.fm e de relatórios de bilheteria, a turnê já arrecadou aproximadamente US$ 965 milhões e vendeu 9,037 milhões de ingressos. O trecho mais lucrativo foi de 2016 a 2019, quando a excursão movimentou US$ 584 milhões e 5,4 milhões de entradas.
Apesar do histórico de trocas de integrantes, a formação tem se mantido estável. Houve apenas duas mudanças: em 2025, o baterista Frank Ferrer deixou o posto para Isaac Carpenter; em 2026, a tecladista Melissa Reese ficou fora da etapa mundial por razões pessoais.
No estúdio, o grupo lançou seis faixas gravadas originalmente nas sessões de “Chinese Democracy”, agora com contribuições de Slash e McKagan: “Absurd” e “Hard Skool” (2021), “Perhaps” e “The General” (2023), além de “Nothin’” e “Atlas” (2025). Slash afirmou em 2026 que os próximos lançamentos trarão material totalmente novo.
Com quase uma década de estrada, a reunião do Guns N’ Roses consolidou-se como uma das mais lucrativas da história recente do rock, sem dar sinais de desacelerar.



