Roland Grapow critica música feita por IA: ‘Nada novo’

Luis Fernando Brod
2 minutos de leitura
Roland Grapow. Crédito: Reprodução.

Roland Grapow critica música feita por IA e afirma que as composições geradas por algoritmos “não trazem nada fresco nem novo”, segundo entrevista ao canal brasileiro Rock Mania (via Blabbermouth).

O ex-guitarrista do Helloween e atual líder do Masterplan contou que testou um gerador gratuito de melodias e um plugin capaz de alterar vozes, mas considera o recurso válido apenas para demos pessoais. “No álbum quero a minha voz ou a do Rick Altzi”, afirmou.

Grapow relatou preocupação com autores que assinam faixas produzidas integralmente por inteligência artificial. De acordo com ele, a sociedade alemã de direitos autorais GEMA já questiona a origem das obras e pode barrar registros criados dessa forma. “Esses programas combinam ideias de artistas famosos; o resultado já foi usado em algum lugar”, disse.

Apesar de utilizar ferramentas como ChatGPT para revisar textos em alemão, o músico rejeita terceirizar a inspiração. “Quero expressar meus sentimentos. Toco guitarra todos os dias e estou mais motivado que há 20 anos.”

O Masterplan lançará “Metalmorphosis” em 26 de junho de 2026 pela Frontiers Music Srl e inicia turnê europeia em 12 de abril. O single “Rise Again”, divulgado em 2024, ganhará versão revisada no novo disco.

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