50 anos de DRESSED TO KILL do KISS | RD 088

Marcelo Scherer
3 minutos de leitura
Thumb Podcast Redação DIsconecta sobre "Dressed to Kill" do Kiss.

O mais recente episódio do podcast Redação DISCONECTA traz uma discussão imperdível para os fãs de rock.

Nesta edição, conduzida por Luis Fernando Brod e Julio Mauro, o programa recebe o jornalista Igor Miranda, do site IgorMiranda, como convidado especial para celebrar um marco histórico: os 50 anos de lançamento do álbum “Dressed to Kill”, da lendária banda KISS. Vale notar que o apresentador Marcelo ficou de fora desta edição devido a compromissos familiares, deixando o trio encarregado de conduzir o debate.

Durante a conversa, o programa mergulha no contexto conturbado de criação do terceiro disco da banda, destacando as dificuldades financeiras enfrentadas pela gravadora Casablanca Records na época. O episódio detalha como Neil Bogart, o dono da gravadora, assumiu a produção do álbum na tentativa de economizar dinheiro. Essa mudança trouxe uma influência mais “pop” e direta para as gravações, o que contrastava bastante com a sonoridade mais pesada e a energia caótica que o KISS buscava construir em suas lendárias apresentações ao vivo.

A análise do trio aborda curiosidades marcantes sobre a estrutura do disco. Os participantes notam que as faixas de “Dressed to Kill” são notavelmente curtas e aceleradas, fazendo com que a duração total do álbum seja de apenas cerca de 30 minutos. Eles debatem o impacto de clássicos imortais como “Rock and Roll All Nite”, além de comentarem sobre os arranjos de canções como “Love Her All I Can” e “Getaway”. O episódio também oferece um debate aprofundado sobre a dinâmica vocal do grupo, comparando os estilos de Paul Stanley e Gene Simmons, e ressaltando o talento de Peter Criss, apontado como o músico mais técnico e um excelente vocalista da banda naquele período.

Outro ponto alto do bate-papo é a icônica capa de “Dressed to Kill”. O podcast relembra a famosa e cômica sessão de fotos em que os membros do KISS aparecem vestidos de terno e maquiados nas ruas. O episódio revela que as roupas foram emprestadas de outras pessoas e mal cabiam nos músicos (sendo visivelmente curtas), com exceção de Peter Criss, que era o único membro que possuía um terno próprio. Além disso, o programa discute como este álbum de estúdio, apesar de suas vendas iniciais modestas, serviu de ponte e preparou o terreno para o estrondoso sucesso mundial do disco ao vivo Alive!.

A edição entrega um prato cheio de nostalgia, opiniões sinceras e curiosidades de bastidores que agradam tanto os fãs mais fervorosos da “KISS Army” quanto os apaixonados pela história do rock.

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