Por que isso importa?
Para os fãs do Judas Priest, a declaração de Richie Faulkner é um lembrete da importância da formação original. Ela reforça a ideia de que a identidade da banda está ligada aos seus membros fundadores, como Rob Halford e Ian Hill. A fala de Faulkner mostra um respeito profundo pela história do grupo, um sentimento que ressoa com o público que acompanha a banda há décadas.
O guitarrista Richie Faulkner, do Judas Priest, afirmou que não teria interesse em continuar com a banda caso os membros da formação clássica — o vocalista Rob Halford, o baixista Ian Hill e o guitarrista Glenn Tipton — decidissem não participar mais. A declaração foi feita em uma nova entrevista à Rock Interview Series.
Faulkner expressou sua opinião de que, sem esses músicos, a banda deveria “descansar”. “Eu não sei. Talvez não. Eu acho que se os caras não estivessem mais nela — eles são o Priest. Eles construíram isso ao longo de cinco décadas, e eu acho que se eles não quisessem mais fazer isso, então deveria ser o fim”, disse Faulkner. Ele complementou que o nome Judas Priest “significa muito para mancar sem esses membros fundadores”.
No início do mês, Faulkner já havia comentado sobre bandas que fazem turnês sem suas formações clássicas, uma pauta que já abordamos aqui no Disconecta em “Richie Faulkner, do Judas Priest, defende bandas que fazem turnê sem formação clássica”. Na ocasião, em entrevista ao podcast Metal Forever Music Defenders Of Metal, ele defendeu que, se os músicos querem tocar e o público comparece, a banda deve seguir em frente.
Leia Também:
- Richie Faulkner, do Judas Priest, quer turnê focada em “Screaming For Vengeance” e “Defenders Of The Faith”
- Judas Priest anuncia coletânea “The Best Of Judas Priest”
Atualmente, Rob Halford e Ian Hill são os únicos remanescentes da formação “clássica” do Judas Priest na banda de turnê, que também inclui Faulkner, o guitarrista Andy Sneap e o baterista Scott Travis. Hill é o único membro original desde a fundação do grupo em 1969. Halford entrou em 1973 e Tipton em 1974.
Glenn Tipton foi diagnosticado com Parkinson há mais de 15 anos e, em 2018, anunciou que se afastaria das turnês para o álbum “Firepower”, sendo substituído por Andy Sneap. Scott Travis se juntou ao Judas Priest em 1989, fazendo sua estreia no álbum “Painkiller”, de 1990.
O Judas Priest continua ativo e, como noticiamos, a banda trabalha no sucessor de “Invincible Shield”.
(Via: BLABBERMOUTH.NET)



