10 PIORES ÁLBUNS de 10 BRILHANTES BANDAS de METAL | Redação DISCONECTA – 024
No episódio 24 do podcast Redação DISCONECTA, os apresentadores Luis Fernando Brod e Marcelo Scherer se reúnem para uma discussão polêmica e divertida: os “10 Piores Álbuns de 10 Brilhantes Bandas de Metal”. A lista, originalmente publicada pela revista Louder Sound em 2022, serve como ponto de partida para um debate acalorado sobre discos que, apesar de virem de gigantes do metal, não agradaram tanto aos fãs e à crítica.
A conversa começa com o infame St. Anger do Metallica, lançado em 2003. Marcelo Scherer defende o álbum, apesar de reconhecer a produção controversa da bateria e o momento difícil que a banda atravessava, com James Hetfield buscando reabilitação. O disco, que quase marcou o fim da banda e teve o produtor Bob Rock gravando o baixo, é visto por alguns como uma “colcha de retalhos de riffs”, mas também como uma fotografia honesta de um período turbulento.
Outros álbuns que geram debate incluem Diabolus in Musica do Slayer, que tentou surfar na onda do new metal, e Supercharger do Machine Head. A lista também traz No Prayer for the Dying do Iron Maiden, uma escolha que provoca a audiência, com o público e os apresentadores concordando que Virtual XI seria uma opção “muito pior”. O álbum marca a entrada de Janick Gers na banda e, apesar de não ser um clássico, tem faixas como “Holy Smoke” que ainda são lembradas.
Ainda na discussão, Risk do Megadeth é mencionado como um disco que Dave Mustaine “não queria nem ouvir”, refletindo um período de experimentação que não foi bem recebido. O AC/DC aparece com Fly on the Wall, um álbum que, embora tenha seus momentos, é geralmente colocado nas últimas posições da discografia da banda. Black Sabbath com Forbidden, um disco “injustiçado” pela mixagem final, segundo Tony Iommi, é outro ponto de controvérsia, com sua versão remasterizada sendo considerada por alguns como uma melhora significativa.
A lista segue com Generation Swine do Mötley Crüe, um álbum que marcou o retorno de Vince Neil e é descrito como “sofrível de ouvir”. O Limp Bizkit entra com Results May Vary, um disco que não conseguiu replicar o sucesso e a inovação dos trabalhos anteriores da banda. Para fechar, o primeiro lugar da lista (que na verdade era o décimo, como corrigido pelos espectadores) é All Hope Is Gone do Slipknot, o último registro da formação clássica antes das perdas de Paul Gray e Joey Jordison.
Apesar das polêmicas e das opiniões divergentes, os apresentadores e a audiência concordam que listas como essa são sempre um convite à discussão e à redescoberta de álbuns. Para conferir todos os detalhes, as análises e as histórias por trás desses discos, assista ao episódio completo e participe do debate.



