100 Maiores CAPAS de ÁLBUNS de TODOS os TEMPOS segundo a ROLLING STONE | Redação DISCONECTA – 023
No episódio 23 do podcast Redação DISCONECTA, os apresentadores Luis Fernando Brod e Marcelo Scherer, mergulham em uma das listas mais debatidas do universo musical: as “100 Maiores Capas de Álbuns de Todos os Tempos” da revista Rolling Stone. A dupla se dedica a analisar as dez primeiras posições, discutindo a estética, o impacto e a história por trás de cada uma dessas obras visuais que marcaram a música.
A jornada começa com a icônica capa de Nevermind do Nirvana na décima posição, destacando o bebê subaquático e sua controvérsia. Em seguida, a nona posição é ocupada por She’s So Unusual de Cyndi Lauper, celebrando a visibilidade feminina e a estética vibrante dos anos 80, com a fotografia de Annie Leibovitz. A oitava posição traz London Calling do The Clash, uma capa que homenageia Elvis Presley e captura a fúria punk de Paul Simonon quebrando seu baixo.
Na sétima posição, Maggot Brain do Funkadelic é elogiada por sua beleza impactante e a performance lendária de Eddie Hazel na guitarra. A sexta posição é reservada para a poetisa do punk rock, Patti Smith, com a capa de Horses, fotografada por seu amigo Robert Mapplethorpe, que reflete a vanguarda e a liberdade da Nova York dos anos 70. Em quinto lugar, Ready to Die do The Notorious B.I.G. é analisada por seu pessimismo e relevância cultural para o rap dos anos 90.
A quarta posição é ocupada pela atemporal The Dark Side of the Moon do Pink Floyd, com seu prisma emblemático criado pela Hipgnosis, que sintetiza toda uma era do rock progressivo e psicodélico. Em terceiro lugar, There’s a Riot Goin’ On do Sly and the Family Stone é destacada por sua capa politizada, que reinterpreta a bandeira americana com um forte simbolismo racial e de revolução. A segunda posição é um clássico absoluto: Abbey Road dos Beatles, com a famosa travessia da faixa de pedestres, repleta de simbolismos e que representa o último álbum gravado pelos quatro.
Finalmente, a primeira posição da lista é para Unknown Pleasures do Joy Division. A capa, com sua representação gráfica de ondas de rádio de um pulsar, é considerada uma síntese perfeita do movimento pós-punk, com sua melancolia e estética gótica, tornando-se um ícone da cultura pop e influenciando gerações de artistas.
O Redação DISCONECTA convida os ouvintes e espectadores a conferirem a discussão completa sobre essas e outras capas marcantes, explorando as histórias e o impacto visual que as tornaram lendárias. Assista ou ouça para aprofundar-se neste fascinante universo das artes visuais na música.



